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February 27 2014

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Crânios alongados descobertos no Peru

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Descobertas de crânios com formas estranhas não é algo novo. Em 2012 25 ossadas de cabeças alongadas foram encontradas no México. Mas a coisa é, o exame de DNA feito em caveiras de 3 mil anos atrás encontradas em Paracas no Peru, é algo polêmico.

As ossadas de Paracas, encontradas na década de 20, ficaram famosas por seu formato alongado, e por se tratar de serem os crânios mais pesados já encontrados. A polêmica veio quando Brien Foerster (cuja não teve a identidade real revelada) do Museu de Paracas, pediu uma análise de DNA dos mesmos e viu que eles podem não pertencer a humanos, e sim uma criatura ainda desconhecida pela ciência.

As amostras contém DNA mitocondrial – aquele que é passado pela mãe e não sofre nenhuma recombinação – com mutações que nunca foram reconhecidas em humanos, primatas ou qualquer ser conhecido.

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Até agora, a partir do sequenciamento, o material genético parece ter pertencido á uma criatura de aparência humana, mas muito distante do Homo sapiens, dos Neandertais e dos Denisovanos. Foerster também disse, que não conesegue nem imaginar como essa criatura se encaixaria no mapa evolutivo.

Foerster trabalha também para o governo dos EUA e pretende mostrar sua verdadeira identidade assim que os estudos do caso forem comprovados. É importante ressaltar que isso é a análise de apenas uma amostra, e que ninguém ainda viu um documento ou estudo científico sobre a coisa. E ainda, a notícia chegou a tona por meio das mídias sociais, e não publicações científicas, o que enfraquece sua credibilidade. A coisa pode pesar demais na ciência se for realmente verdadeira, mas pode ser apenas, um mero engano.

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February 11 2014

13:20

Corrida espacial para criança ver

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O que povoava os sonhos infantis da metade do século XX eram foguetes e a exploração espacial.

Assim como quem nasce agora só pensa em joguinhos eletrônicos, a corrida espacial era o grande tópico de interesse das crianças nascidas nas décadas de 50 e 60. Principalmente se você nasceu na Rússia. Esse livro infantil russo de 1961 é sobre a corrida espacial. Ele foi feito com fotografias de modelos reais, e a estética incrível é muito inspiradora para quem busca essa atmosfera para produzir imagens atuais.

Não encontrei a tradução, mas não importa. Dá pra viajar junto mesmo sem entender muito.

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12:10

O primeiro Fuck

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Acredite ou não, o primeiro “Fuck” devidamente registrado foi usado para falar de um membro da igreja.

“D fuckin abbot.” A Primeira utilização da palavra em inglês foi escrito por um monge do abade John Burton. “John Burton, o abade em questão, era um homem de moral monástica questionável” - Melissa Mohr, author of Holy Sh*t: A Brief History of Swearing

“O que também é ótimo é que o” D “provavelmente significa “damned ” – em português, Maldito. O monge não teve nenhum problema com a palavra com F, mas a condenação a maldição já seria ir longe demais.” –  Katherine Trendacosta, i09

February 07 2014

12:31

Faltando um pedaço

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A realidade aumentada dos retratos inacabados.

Colin Chillag nasceu em Syracuse, NY, em 1971. Suas pinturas são como memórias que vão se desfazendo aos poucos. Tudo por conta do momento em que para de construir e começa a descontruir. Os personagens não são escolhidos pela beleza estética, mas sim pela vida representada em suas faces. Gente comum, histórias comuns. Grande trabalho.

 

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February 05 2014

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February 03 2014

18:40

Universidade da Correria

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Se o nome por si já é incrível, você vai ficar mais de cara ainda quando conhecer a iniciativa.

Anderson França, o Dinho, é um daqueles cara que eu sinto uma ponta de honra de ter cruzado na vida. A gente se conheceu quando ele participou do Projetos de Garagem, um evento que tem como objetivo tirar do papel grandes sonhos, pra quem tá sem tempo, e sem grana. Fizemos dois desses em parceria com a Inesplorato, você pode ver mais sobre o assunto aqui.

Mas voltando ao Dinho, o cara não para. Ele é o idealizador da Dharma, da Funk U, e seu último projeto é a incrível Universidade da Correria, nome dado ao curso de 3 meses cujo objetivo é desenvolver novos negócios nos territórios populares do Rio de Janeiro.

 

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Vamos lá. “Entende-se por “território popular” as macro regiões, bairros, sub-bairros, favelas, complexos e espaços localizados essencialmente nas Zonas Norte, Oeste e municípios da Baixada Fluminense e Região Litorânea, especialmente São Gonçalo. A Universidade, ou UniCorre, realiza um trabalho similar ao SEBRAE, em parte, e ao de uma consultoria de negócios ou de inovação social. No entanto, a UniCorre customiza as linguagens adaptando-as aos fazeres locais, reconhecendo os termos e métodos desenvolvidos por cada comunidade para realizar seus negócios, muitos não reconhecidos pela academia.”

Resumiundo, a UC é um curso de negócios, uma consultoria para pequenos empreendedores e uma incubadora desses negócios, levando os empreendedores para registro, ao fim do curso, e formalização. O Dinho é um dos caras capazes de quebrar com a corrente determinista dos morros e territórios populares do Rio. O lugar onde você nasce não determina quem é. Ou sim – mas de forma positiva.

 

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A UniCorre inicia em julho de 2013, sem recursos e patrocínio. Para pagar os custos de aula, foram feitas 178 camisetas que foram vendidas no segundo semestre de 2013, custeando as aulas. A HUB Escola, ao conhecer as metodologias, incorporaram a UC na HUB Escola. E a Unisuam, faculdade no suburbio carioca, cedeu salas para realização de aulas. Em janeiro de 2014 o SEBRAE RJ reconhece as metodologias da UC e firma o primeiro contrato, para que os empreendedores da região da Penha, Bonsucesso, Manguinhos, incluindo o Complexo do Alemão, recebam aulas e formação.

O principal valor da UC é metodológico, não tecnológico. Estudos sobre Canvas são realizados, mas não como o Canvas é estudado nos cursos regulares. Isso porque, após pesquisa da Dharma, percebeu-se que os alunos não se addaptavam ao Canvas e ele bloqueava os processos criativos. Para mais informações, é só clicar aqui.

Grande cara, puta iniciativa.

January 29 2014

10:59

The Exchange: bens de consumo trocados por órgãos

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Conheça a The Exchange, uma loja na África do Sul onde você só compra ao se comprometer com a doação de órgãos.

A Fundação de Doadores de Órgãos da África do Sul estava desesperada por doadores. Menos de 1% dos sul-africanos são doadores de órgãos. Foi aí que a Native VML decidiu se aproveitar do poder do consumismo para abrir uma conversa sobre este tópico.

 

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E é melhor que eles mesmos te contem essa história:

“Para trazer a idéia de vida, abrimos uma loja pop-up na Cavendish Square, um dos centros comerciais mais populares da Cidade do Cabo.

Nós enchemos o espaço com itens doados por designers de moda popular e distribuidores locais. A loja se tornou popular rapidamente. Cada item só pode ser comprado com a inscrição e comprometimento com a doação de órgãos. Cada doador pode salvar até sete vidas, o que significava que cada item na loja tinha um preço profundo.

Em seguida, era hora de criar a consciência. Projetamos uma série de anúncios impressos e cartazes, mas em vez de contratarmos modelos de moda , usamos as pessoas que estão na lista de espera de órgãos, gente esperando para que suas vidas sejam salvas. Banners e newsletters também ajudaram a espalhar a palavra e a incentivar o movimento para a Exchange.

 

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Na loja, quem comprou algo é fotografado e a imagem é compartilhada na página do Facebook da Fundação de Doadores de Órgão, e no Instagram da Exchange, criando uma grande conversa em todos os meios sociais.

Com essa experiência de compra única , decidimos projetar e criar embalagens que lembram as caixas de transporte de órgãos, reforçando a mensagem de fora da loja.”

O vídeo está em inglês, mas dá pra enxergar um pouco melhor o que eles contaram aqui em cima

Uma puta ideia.

09:43

Paisagens anatômicas

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Pintor e artista comercial, Arthur Lidov criou estas ilustrações médicas de tirar o fôlego, para a Life Magazine.

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Eu havia usado uma imagem dessa série para ilustrar o post dos 166 filmes para expandir a consciência, e ela acabou ganhando tanto destaque e curiosidade quanto o próprio tópico. Decidi trazer um pouco mais do Lidov pra cá. Nessa série feita para ilustrar o artigo “Corpo Humano: A jornada fenomenal da digestão de um sanduíche (1962)” – ele cria montanhas gástricas e corais digestivos, tornando um assunto complicado muito mais fácil de ser visualizado por uma pessoa sem conhecimentos científicos aprofundados.

 

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Arthur nasceu em Chicago e era autodidata. Especializou-se em ilustração médica e científica. Suas ilustrações enbelezaram as páginas de revistas como Life, Time, Fortune e The Saturday Evening Post, mas ele também tem algumas pinturas espalhadas por alguns dos mais importantes museus americanos.

 

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Arthur se mudou para Manhattan para trabalhar e teve como vizinho o artista Mark Rothko, que se tornou um amigo, apesar de seus estilos artísticos muito diferentes. Foi Arthur quem anunciou a morte de Rothko no momento de seu trágico suicídio em 1970.

 

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Infelizmente, não existe muita informação sobre Lidov na internet. E pouquíssimas imagens publicadas. Lidov morreu no dia 2 de janeiro de 1991, aos 73 anos.

January 28 2014

18:08

January 27 2014

20:07

O verão de 82

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A interwebs e suas pérolas.

| Vi na maravilhosa timelime do Gonzo.

January 22 2014

17:21

Para expandir a consciência

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O melhor link que chegou até mim hoje foi esse aqui, com 166 filmes para expandir a sua consciência – ou no mínimo ter contato com outros pontos de vista. O esclarecimento liberta! Vai lá.

| A ilustração acima foi feita por Artur Lidov, em 1962, para a LIFE Magazine.

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