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July 30 2013

13:31

Rivais unidos pelo coração

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Sabe aquela máxima que diz que o ódio é no fundo um amor enrustido? Pois é. O designer e ilustrador filipino Dan Matutina traduziu essa crença de maneira ilustrada, unindo famosos rivais através de um único coração.

O projeto chamado Versus/Hearts começou há aproximadamente dois anos e até hoje está vivo através de um Tumblr que é atualizado periodicamente. Lá existe inclusive um espaço dedicado a sugestões. Alguma ideia?

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No espaço com o DKNG

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Uma viagem pelas mesas de controle imaginárias do DKNG, um dos meus estúdios favoritos.

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“Tivemos o prazer de participar do “SYNTH: uma mostra coletiva inspirada por Bob Moog pelo terceiro ano consecutivo. Para nossa submissão de 2012, decidimos fundir sintetizadores Moog emblemáticos com os cockpits de uma nave espacial, para criar uma máquina de música intergaláctica. A impressão é em cinco cores, sendo que a quinta brilha nos escuro, revelando uma nova imagem.”, conta o estúdio

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Delírio ilustrado

Uma viagem sonora e visual pelo trabalho do artista e diretor criativo Leif Podhajsky.

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Já fizemos um post sobre a série imperdível Coagulated Physique, mas desta vez selecionamos mais de 50 obras alucinantes do artista australiano para o seu deleite visual, e ainda por cima, uma trilha sonora para acompanhar a jornada.

Aperte o play, e vamos começar:

Se você curte (boa) música, com certeza já deve ter topado com as composições de Leif nas capas de diversos álbuns do Tame Impala (que virá ao Brasil em outubro), além de outros discos do Foals, Bonobo, Lykke Li, The Horrors, The Vines, Cloud Control, Mount Kimbie, cartazes para tour da Grimes, entre outros artistas.

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Em entrevista ao site PAPERMAG, Leif conta um pouco de suas inspirações, que busca na “natureza, amor e pequenas coisas”:

“Acredito que sempre tive um interesse em cor, forma e padrões. Eu costumava desenhar e construir coisas com as minhas mãos quando era criança e isso foi fluindo daí. É um modo de olhar o mundo e expressar ideais e emoções sobre isso. Isso é muito importante para mim.”

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Leif afirma que não gosta de descrever seu trabalho como psicodélico, pois sente que isso é limitante e tem muita conotação negativa associada. “Gosto de pensar que estou explorando o desconhecido, conexões entre todas as coisas, emoção, amor, consciência e a natureza. Sinto que estou buscando respostas para minha própria vida e o ambiente e corpo que me rodeiam.”, conta o artista ao PAPERMAG.

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Podhajsky continua: “Quando penso em ‘experiência psicodélica’, eu quero dizer ‘a percepção de aspectos da mente que normalmente não estão presentes para a consciência comum, ou pela exuberância criativa da mente liberada de suas amarras ordinárias’ – uma experiência desconhecida. Isso sempre traz à tona conotações de drogas e hippies, e estou tentando remover isso de meu trabalho. Estou interessado nesse estados alterados da mente e no conhecimento e sabedoria que uma pessoa consegue receber a partir desses lugares.”.

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O artista comenta a importância das cores em sua obra: “Cores apresentam uma parte enorme em comunicar conceitos que estou buscando. Como elas complementam uma a outra e como o fato de acentuarem certos objetos podem afetar como alguém olha, e mais importante, como alguém se sente ao observar uma obra.”

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“É, acho que sou sinestésico – eu definitivamente vejo cores e formas quando escuto música. Talvez tenha me treinado a fazer isso ou sempre fiz, não sei dizer, mas daí que muito do meu trabalho é formado, ao simplesmente ouvir o som e se soltar.”.

Então nada melhor do que se soltar com muitas outras obras deliciosas de Leif Podhajsky. Divirta-se:

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Capa do disco Cirrus do Bonobo

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Bonobo – First Fires

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Disco do Bonobo

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Bonobo – The North Borders

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Cloud Control – Dream Cave

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Tame Impala – Feels Like We Only Go Backwards

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Tame Impala – Mind Mischief

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Foals – Holy Fire

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Foals – Late Night

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Poster para a turnê de Grimes

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Boxset da banda The Horrors

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Boxset do Horrors

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Poster do single Lucidity, do Tame Impala

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Imagem para a banda Shabazz Palaces

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Tame Impala

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Tame Impala – Álbum Lonerism

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Poster para o single Expectation, do Tame Impala

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Tame Impala – Why Won’t You Make Up Your Mind?

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Tame Impala – Poster

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Tame Impala – Single Elephant

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Tame Impala – Álbum Innerspeaker

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Capa do álbum Future Primitive do The Vines

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Capa do álbum da banda WIM

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Poster para tour da banda Youth Lagoon

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Young Magic – Melt

Se quiser adquirir algum trabalho do artista, é só clicar aqui.

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Gostosinho

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A definição de Santtu Mustonen em seu site é bem simples “Um artista interessado em barro colorido, imagens em movimento, design 3D, direção de arte e ilustração contemporânea.” O grande lance é que o cara dominou a cor e deixa tudo gostoso de olhar.

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Chamando o Hugo

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Não existe muito o que falar sobre a série Epic Pukes, de Pablo Iranzo. É apenas vômito neon sobre fotografias clássicas de ícones da música – e nem por isso menos épico .

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R.E.M. Appears on The Tonight Show with Jay Leno

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Glastonbury Festival - Day Three

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July 29 2013

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Linha holandesa

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Desenhos da ilustradora e designer gráfica Milou Maass.

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Nascida em Roterdã, Maass apresenta trabalhos comerciais e pessoais que apareceram em diversas publicações da Holanda, e recentemente participou de uma exposição coletiva na PUP Gallery, na cidade de Amsterdã.

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Ilustração virando GIF: as estações de Oamul

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O ilustrador chinês Oamul Lu cria imagens sutilmente animadas representando os períodos de primavera e verão na China.

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July 27 2013

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Linha selvagem

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Os ilustradores franceses Alex and Marine se consideram “tatuadores de paredes”. Conheça os trabalhos gráficos da dupla que envolvem animais selvagens em traços geometricamente detalhados.

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Os dois produzem murais de grande escala com inspiração na cultura de tatuagem, quadrinhos e rock.

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No vídeo abaixo, o making-of de um mural com efeito 3D:

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July 25 2013

22:09

AI-SIM :: metaworks de Adrien Patout

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O artista parisiense Adrien Patout apresenta pinturas que lidam com retrato, a questão da carne e composições de corpo (moda, tatuagem/piercing, nudez/intimidade e relacionamentos).

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Seus “metaworks” mostram o corpo de forma íntima, com o uso de cores vibrantes e traços leves.

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17:49

Conheça o seu novo ilustrador favorito

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Sabe aquele tipo de ilustração que te acerta como um tapa ardido na cara? Tavis Coburn vai te sentar a mão.

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Tavis mistura tudo o que a gente gosta: construtivismo russo, publicidade dos anos 1940 a la Mad Men, gibis antigos, muscle cars e super-heróis.

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Gráfico até osso.

July 24 2013

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1000 quadros: Rafael Coutinho x Rafael Sica

A Narval está lançando mais uma publicação do Projeto MIL, dessa vez ilustrada pelo grande Rafael Sica, na história Tobogã. E para comemorar, o Rafael Coutinho e o Sica vão fazer uma ação diferente: uma batalha de mil desenhos. Quer saber mais?

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Coutinho já batalhou com Pedro Franz, na ação que chama de VERSUS. Dessa vez, nessa sexta-feira (26.07), vai desenvolver junto ao Sica mil quadros de uma história fragmentada. No sábado (27.07), os desenhos gerados da batalha serão colocados a venda por R$ 10,00 no site do projeto.

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O mais bacana é que a ordem das compras definirá a ordem da história, tornando a coisa toda uma criação coletiva com o comprador. A ideia é a de “buscar sempre novas formas de fazer, entender e vender quadrinhos.”, conta Coutinho.

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O Tobogã já está com Pré-Venda no site da Narval: corre lá! E fique de olho no site do projeto 1000 quadros no sábado para fazer parte dessa narrativa.

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Forever Young ilustrado

Considerada um hino da juventude nos anos 70, a música ‘Forever Young’ do álbum Planet Waves (1974) do Bob Dylan, teve uma versão ilustrada para livro infantil.

O próprio Dylan pediu ao ilustrador Paul Rogers em 2008 para contribuir para seu livro infantil. E disso saiu uma parceria que combina a poesia de Bob Dylan com a linda estética sessentista de Paul Rogers. Resultado adorável.

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Vc pode comprar o livro aqui.

E assistir a versão animada do livro aqui:

“May your hands always be busy
May your feet always be swift
May you have a strong foundation
When the winds of changes shift
May your heart always be joyful
And may your song always be sung
May you stay forever young
Forever young, forever young
May you stay forever young.”

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18:43

Colagem anatômica

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O corpo revirado em uma estética vintage. A mente expandida por traços calculadamente botânicos. Conheça o trabalho do artista Diego Max, com quem batemos um papo exclusivo.

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IdeaFixaComo e quando começou a explorar a colagem? De onde surgiu esse interesse?

Diego Max: Lembro uma vez que minha mãe tinha umas enciclopédias em casa, tinha uma imagem de jonas na baleia, aquela estética retro, meio traço daqueles desenhos dos testemunhas de jeová. Eu adoro essa estética, acho que é a primeira lembrança que tenho e o porque gosto tanto de imagens dessa época. Comecei desde pequeno desenhando, sempre me interessei muito por quadrinhos. Com o tempo, um pouco mais velho, comecei a ir em shows de hardcore/punk e conheci o universo independente, a cultura “faça você mesmo”. Como eram feitos os encartes dos cds das bandas, os fanzines, os cartazes, a forma que eram criados e o resultado final me impressionou. Como não havia Google, Photoshop, eram feitos todos de forma manual, na mão mesmo, e as artes eram todas coladas e depois xerocadas para reprodução final. Comecei a explorar a colagem em alguns fanzines que comecei a fazer, depois tentava criar algum conceito, ou alguma composição e passar para o papel, de forma amadora, mas genuína.

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IF: Quais são suas inspirações, dentro e fora do mundo da arte?

DM: Inspiração mesmo é a vontade de fazer, por amor a arte. Nunca antes de começar algum trabalho penso: “vou fazer pra ficar famoso, ou ganhar muito dinheiro com isso”… é meio ridículo, e se for pra ter essa inspiração nem começo. Pra mim arte é terapêutico, fico em outros universos paralelos quando estou fazendo, me sinto bem, é algo quase transcendental. As referências são muitas, mas não vou esconder que meu maior sonho é ter algo elogiado pelos mestres Eduardo Recife e Julien Pacaud, que são nomes que me influenciam até hoje. Gosto muito de coisas mais experimentais de colagistas como Fred Free, dos dadaístas, da escola mais antiga de colagem como o Raoul Hausmann entre outros nomes.

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IF: Qual técnica você usa? Manipulação digital, analógica ou as duas?

DM: Ultimamente tenho utilizado basicamente técnicas digitais, manipulando imagens no computador. O photoshop tem sido meu companheiro, é um estudo diário, nunca fiz curso, foi meio que na raça mesmo, sempre perguntando para meu irmão mais velho e alguns amigos como faz isso, como faz aquilo, depois descobrindo por conta própria e tentando deixar com uma estética própria, criando um traço, uma identidade. Tenho uma série completa que foi pensada como um livro, com a intenção de construir uma narrativa imagética. Se chama “Viagem a ix“, feita só com recortes de enciclopédias antigas, coladas todas em contra capas de livros envelhecidos. São analógicas, não posso perder isso, é algo que me faz falta, e eu adoro fazer, pegar a tesoura, cola, e ir compondo no papel.

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O artista em frente ao trabalho ‘viagem a ix’ (folhas menores)

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IF: E como funciona esse processo? Você já tem uma imagem final na cabeça e vai buscando os elementos ou vai das partes para o todo?

DM: Eu gosto de ir nas minhas pastas de imagens e escolher uma foto pra começar, algumas vezes eu até tenho uma imagem final na cabeça, mas nunca fica igual, o que é interessante. Começo buscando elementos relacionados ou não com a ideia de composição ou conceito pra criação da obra. Muitas vezes é feito no freestyle e vai criando forma, quando vejo está completa e eu paro pra não estragar. Gosto de começar de forma livre, assim fico mais a vontade, vou tendo ideias no decorrer do processo, algumas vezes a obra fala comigo e vou fazendo combinações que complementam e chego ao todo.

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IF: Alguns trabalhos mostram elementos de anatomia, uma exploração do corpo…você poderia comentar um pouco sobre isso?

DM: Adoro anatomia, é algo mais de conhecimento do próprio corpo, a estética interna me agrada mais no ser humano do que por fora. Minha mãe sempre trabalhou de empregada doméstica na casa de médicos, minha irmã também estudou enfermagem e sempre tinham alguns livros em casa. Até hoje tem alguns antigos que já recortei pra usar em composições, acho que veio daí o gosto mesmo pela anatomia. O fato de alterar o corpo humano principalmente a cabeça, o cérebro, pro artista é quase como ser um deus, mas quem me dera. Muita gente já me questionou ou notou a anatomia nos meus trabalhos, filosofam sobre, mas na maioria das vezes prefiro me concentrar na estética e no conceito da obra do que ficar buscando significados ocultos. Tem outros elementos que gosto de pesquisar também, botânica, fotos antigas entre 1800, 1900 até próximo de 1960. Não sei se meu trabalho tem classificação, brinco dizendo que é “retro bonitanical anatomy matematic mechanic” – uma junção de elementos que me agradam.

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IF: Você já apresentou essa produção em alguma exposição ou algo do gênero?

DM: Fiz algumas exposições pelo interior onde morei, e aqui em São Paulo já organizei junto com minha mulher, Thais Lopes, que tem seu trabalho mais voltado para fotografia. Queria poder organizar mais vezes ou ser convidado para expor em outros lugares. Acho interessante a exposição por ouvir opiniões de diferentes pessoas, sinceras ou não, especialistas, críticos, amigos, ou apenas espectadores que dão sua opinião de forma mais genuína possível, sem aquela coisa engessada de quem conhece arte pela forma acadêmica. Ouvir opiniões de pessoas que dizem o que realmente sentiram ao se deparar com as obras é uma das coisas mais legais para o artista.

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IF: E seus trabalhos são mais projetos pessoais ou também tem um fim comercial?

DM: São pessoais, mas preciso pagar as contas, meu trabalho como freelancer começou a deslanchar nos cartazes que fazia para minhas bandas, ou bandas de amigos, festas etc. Começaram a me procurar perguntando preços, quanto eu cobrava para fazer um flyer. Não sou muito bom com negociações, mas tive que aprender a ter um lado mais profissional nessa área. Fora isso ando vendendo algumas obras esporadicamente, algumas pessoas acham caras, outras elogiam e querem comprar, mas estou esperando um pouco pra vendê-las conforme penso, eu e a Thais estamos terminando de organizar nosso projeto “andar 7 meio“, uma loja virtual independente onde disponibilizaremos alguns de nossos trabalhos para venda. Mas por enquanto é só entrar em contato comigo e conversamos.

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“Muito obrigado pela entrevista, fico feliz pelo papo e pelo interesse no que eu faço. E pra quem leu até aqui: nunca se esqueça, faça você mesmo!”

16:38

Uma lista de desenhos, feita por Leonardo Da Vinci

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Lista retirado dos cadernos de Leonardo da Vinci.

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“A cabeça, o rosto inteiro, de uma jovem
com cabelo bem fluido,

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Muitas flores retiradas da natureza,
A cabeça, o rosto completo, com cabelo encaracolado,
Certas figuras de São Jerônimo,

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As medições de uma figura,
Desenhos de fornos.
A cabeça do Duque,
muitos projetos para nós,

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4 estudos para o painel de Santo Angelo
Uma pequena composição de Girolamo da Fegline,
A cabeça de Cristo feita com caneta,
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Várias composições dos anjos,
A calcedônia,
A cabeça no perfil com cabelo fino,
Alguns jarros visto em perspectiva,
Algumas máquinas de navios,

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Algumas máquinas de distribuição de água,
Uma cabeça, um retrato de Atalanta levantando o rosto;
A cabeça de Geronimo da Fegline,
A cabeça de Gian Francisco Borso,
Várias gargantas de mulheres mais velhas,

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Vários cabeças de velhos,
Várias figuras nuas, completas,
Vários braços, olhos, pés e posições,
A Madonna, acabada,
Outra, quase de perfil,
Cabeça de Nossa Senhora ao subir ao céu,

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A cabeça de um homem velho com um queixo longo,
A cabeça de uma menina cigana,
A cabeça com um chapéu,
A representação da Paixão, um elenco,
A cabeça de uma menina com o cabelo dela se reuniram em um nó,
A cabeça, com o cabelo marrom vestido.”

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A cor do retrato

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Ontem um amigo veio me dizer que havia um conhecido um mexicano que fazia uns desenhos legais. Adoro retrato e adorei o estilo, as texturas e as cores das ilustrações hand-made do Kevin Arzola. Dá uma conferida na coleção:

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July 23 2013

16:11

A nova do Firmorama

O estúdio Firmorama conta exclusivamente aqui para o IdeaFixa o case detalhado do projeto original para a agência ED Interactive, um dos nossos favoritos do novo site.

Direto de Jaraguá do Sul, norte de Santa Catarina, o Firmorama é um escritório de design pela essência e organização dos processos, mas também um estúdio criativo pela liberdade e experimentação.

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O site novo conta com apresentações de trabalhos mais completos, cases que contam passo a passo o processo desenvolvido para cada cliente, como por exemplo, o projeto feito para a agência paulistana ED Interactive, como conta Jackson Peixer, sócio do Firmorama:

“Fomos procurados pela agência ED de São Paulo, com o propósito de alinhar sua identidade ao seu novo posicionamento, resgatando a postura e atitude que serviram de base para sua fundação, ou seja, a rebeldia de não seguir um modelo tradicional, acreditando em uma mudança no mercado, que estamos vivendo hoje, onde o offline e online já não são mais territórios independentes.”

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Mood Boards iniciais

“Para resolver essa questão, começamos a imaginar um caminho, que se transformou em um assunto, que pudesse ser transmitido por uma história e que sua mensagem fosse fácil de ser comunicada.”, continua Peixer. “O assunto escolhido inspira, é associado à liberdade e criatividade, e seria a bandeira desse novo posicionamento: a música. Ao decidirmos o caminho da música, fechamos o olhar para o rock e unimos seus atributos aos da cultura digital para criar um significado novo.”

“A partir desse tema, iniciamos o trabalho de desenvolvimento dos Mood boards da nova identidade visual da ED, combinando referências visuais para apoiar a criação da nova linguagem.”

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Mood Boards para definião estética

“O resultado foi um sistema baseado na flexibilidade e dinamismo muito rico em possibilidades de aplicações, variações de texturas e ilustrações.”, afirma o sócio.

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Segundo Peixer, a intenção foi a de criar uma linguagem que encorajasse a mutação e a transgressão em busca de um resultado mais autêntico e menos previsível, “pois a ED também está em constante movimento e acreditamos que sua expressão visual atual está totalmente alinhada com isso.”

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“O resultado final foi um brand book onde apresentamos o universo da marca, compilando todas as informações relacionadas a esse universo, temos um alinhamento entre a percepção e conhecimento sobre o novo posicionamento e expressão visual da nova marca da ED Interactive.”, finaliza o sócio da Firmorama.

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Para conhecer outros projetos do Firmorama e acompanhar mais cases de perto, clique aqui.

July 19 2013

22:12

Do outro lado do traço

O artista alemão Símon Prades ativa a nossa percepção com suas ilustrações ao trabalhar com ambiguidade e espaços negativos.

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July 18 2013

20:12

Ponto no escuro

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Os desenhos meticulosamente construídos pela coreana Kim Sin Hye, a.k.a. SSIN.

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Confira no vídeo a artista em ação:

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The Big The Bang

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A dupla musical Poom mostra o videoclipe completamente pop doidão para a música Big Bang.

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Dirigido por Axel Courtière e produzido pela Frenzy, o clipe é uma viagem estimulante por um universo que mistura arte pixelada, 3D motion, ilustrações vibrantes e animações frenéticas.

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Aumente o som, amplie a tela e divirta-se:

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July 12 2013

18:39

O feroz preto e branco de Ultrafry

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Conheça as ilustrações do artista londrino Emilio Barnes aka Ultrafry.

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Suas composições detalhadas e geralmente monocromáticas são inspiradas pela “cultura do design ocidental, de fantasia, astronomia, a garotas e doces.”.

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O artista complementa: “Muito do meu trabalho recente foi influenciado pelas minhas experiências pessoais com o fenômeno da ‘Paralisia do Sono’ – uma condição de distúrbio do sono, terrores noturnos e alucinações; caso que eu frequentemente sofro.”

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