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January 20 2014

18:28

Pergunte-me como

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Uma nova versão para aquelas mensagens que a gente vê por aí todos os dias.

O Estúdio Verso, responsável pelo projeto, conta:

“Se você mora em um centro urbano já se deparou com essas mensagens espalhadas pela rua, postes e muros. Aliás, já viu tanto isso por aí que essas frases já se fundiram com a paisagem de concreto das ruas e, cá entre nós, já perderam até o sentido de comunicar o serviço do coração, o que ajuda no bolso e o que faz bem para os pulmões. Papel branco, letras pretas. Pausteurização visual em larga escala.

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Foi pensando em como o design e a arte fazem a diferença que o Estúdio Verso decidiu contribuir para repaginar a cidade, levar a beleza para um terreno há muito habitado pelo senso comum, pelo mercadão das ideias de papel, pelas mensagens que já não falam mais, buscando nesse universo de obviedades uma transformação delicada, uma bela brincadeira popular.

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Isso é o SUBVERSO. Um projeto que pretende colocar na ordem do dia a importância do design e da arte no espaço público. Subverter a mensagem através da ação colaborativa para tirar o olhar da zona morta da paisagem urbana.”

E sabe qual a parte mais legal? Dá pra fazer download dos posters em alta, pagando com apenas um tweet, ou um post no facebook. Vai lá.

September 11 2013

20:12

A ironia de Ian Stevenson

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Ian Stevenson’s é um artista britânico que apresenta trabalhos formalmente simples mas carregados de um humor ácido e cultura pop.

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Suas intervenções urbanas são sátiras do mundo contemporâneo e não é de se surpreender que até mesmo suas inspirações sejam irônicas, afirmando que as’ideias lotam sua cabeça como brinquedos no quarto de um garotinho de classe média”.

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19:08

Cidade Cinza

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Ajude o longa documentário Cidade Cinza dos diretores Marcelo Mesquita e Guilherme Valiengo chegar às telonas! Com participação dos artistas OsGêmeos, Nunca, Nina, Finok, Zefix e Ise, e trilha sonora composta por Criolo e Daniel Ganjaman, o filme discute o embate entre artistas de rua e o poder público, pautado na lei que visa combater a poluição visual na cidade de São Paulo.

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“Nas ruas de uma das maiores e mais desorganizadas metrópolis do mundo nasceu uma nova forma de graffiti, na qual o hip hop americano foi substituído pela cultura regional brasileira. Rapidamente, as obras d’osgemeos e de sua crew se espalharam pelas ruas de São Paulo e depois pelas galerias do mundo. No entanto, uma nova lei de combate à poluição visual fez a prefeitura de São Paulo cobrir suas pinturas de cinza.”

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OsGêmeos

Confira o trailer abaixo:

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OsGêmeos

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Banksy

A intenção da produtora Sala12 é a de distribuir o filme em território nacional, mas para isso necessita de recursos. Então, apostando no interesse do público, o belíssimo Cidade Cinza depende do poder do financiamento coletivo para chegar aos cinemas.

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OsGêmeos

“Cidade Cinza é uma produção independente, que levou seis anos para ser realizada. Após esse longo processo, e com o filme pronto, nosso sonho agora é que o filme seja distribuído nos cinemas de todo o Brasil. Para tal fim precisamos ter recursos para investir na comunicação e divulgação do projeto, assessoria, estréia, cópias etc, a fim de que o mesmo possa atingir as exigências e interesse do mercado exibidor do Brasil. Como não conseguimos captar todos os recursos necessários via Lei de Incentivo, optamos por abrir o projeto para o Crowdfunding.”

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Nina

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Nunca

Restam apenas DOIS dias para o final do financiamento e ainda faltam recursos para atingir a meta. Para apoiar e fazer com que essa história de conflito cultural e urbano alcance um público nacional, CLIQUE AQUI.

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OsGêmeos

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September 06 2013

18:31

Fio de cor

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O artista americano HOTTEA fez uma intervenção simples, mas com um impacto visual impressionante na passagem de pedestres da ponte Williamsburg, NY.

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Com o nome de Rituals, a intervenção consiste em 2000 fios coloridos cuidadosamente amarrados durante 11 horas pelo artista e assistentes.

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August 07 2013

21:50

Pequenas arquiteturas

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Conheça as intervenções urbanas de EVOL, que cria a partir de stêncil texturas arquitetônicas em remanescentes de construções e equipamentos públicos.

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É interessante observar que ao transferir imagens de escalas arquitetônicas de edifícios para estruturas remanescentes e objetos urbanos menores, EVOL transforma a paisagem urbana com um metalinguagem, aguçando nossa noção de escala e desenvolvimento urbano nas cidades.

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July 26 2013

22:54

Street Art de Escif

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Conheças as intervenções urbanas do espanhol Escif.

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Sua arte urbana geralmente faz comentários sutis e irônicos ao capitalismo, política, economia e outras questões da sociedade.

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Em entrevista ao Unurth, Escif afirma: “As vezes não é tão fácil separar (a mensagem do meio), eu tento focar meu trabalho em conceitos, não só formas. Eu busco basear o meu estilo como as consequências das minhas próprias ideias. Eu entendo a pintura como um exercício de reflexão que pode ser dividido com outras pessoas. Não estou em busca de uma pintura decorativa, eu tento despertar a mente dos observadores.”

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21:41

Arquitetura impossível de Léon Ferrari

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Uma singela homenagem a um dos maiores nomes da arte contemporânea, que morreu ontem (25.07.2013), aos 92 anos, em Buenos Aires.

Ferrari apresenta produção em diversas mídias, consolidada nas décadas de 60 e 70, e era conhecido por sua postura crítica aos abusos políticos e religiosos da sociedade, principalmente contra a ditadura de seu país de origem, Argentina. Um de seus trabalhos icônicos é a obra “La civilización occidental y cristiana”, de 1965.

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“La civilización occidental y cristiana”

Ferrari foi membro do coletivo Tucumán Arde, um dos grupos mais importantes de arte e questionamento político da América Latina. Segundo o artista, “Tucumán Arde usava a arte para fazer política. Muitos artistas conceituais e alguns exemplos de arte política contemporânea usavam a política como tema para fazer arte.” Seu envolvimento político o acabou afastando de seu país, sendo que em 1976 se exilou em São Paulo.

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Nesse período, Ferrari teve contato com diversos artistas da época, como Regina Silveira, Julio Plaza, Alex Flemming e Paulo Bruscky, e apresentou um experimentalismo de técnicas, quando realizou a famosa série de heliografias.

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A primeira vez que vi as obras dessa série foi em uma das exposições temporárias do Inhotim, e recordo a minha surpresa com a escala do trabalho e com a impossibilidade daquelas linhas. Me perdi por muito tempo nos labirintos e situações absurdas criadas por aqueles módulos de representação que, pessoalmente, por cursar arquitetura, já estava cansada de observar racionalmente em projetos da faculdade. Confesso que esse trabalho tem uma importância pra mim, foi como um sopro inexplicável de renovação…um olhar, antes vazio, que agora se percebia inquieto frente àquelas construções sem lógica. Foi como libertar a triste visão engessada em uma deliciosa jornada sem sentido.

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Nas palavras do próprio artista, era a “arquitetura da loucura”. E foi essa a loucura que me cativou.

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A crítica e curadora Aracy Amaral escreve sobre a série:

“A aproximação de Ferrari da máquina, para fins reprodutivos ou como fonte de inspiração para suas criações em sua estadia em São Paulo, deu-se, portanto, tanto nas reproduções de sua obra gráfica com fotocópias como na utilização de novos meios como a heliografia como suporte para suas composições. Estas foram concebidas por outro meio mecânico de incorporação de ‘sinais gráficos’: o da figura, ausente de seus trabalhos, mas que comparece a partir da apropriação do vocabulário de letraset. Ou seja: é a mão do artista que projeta a composição, a partir de elementos modulares do letraset. Elementos básicos para projetos arquitetônicos – onde aparecem como inodoros, neutros, despersonalizados –, esses módulos adquirem um caráter peculiar nas mãos de Ferrari, que infunde vida, senso de humor, em ironia fina a seus babilônicos interiores ou às visões impressionantes das multidões de carros em passagens de nível, rodovias, anéis rodoviários, movido evidentemente pela visão urbana caótica, ao mesmo tempo que excitante e fervilhante, de um grande centro urbano como São Paulo. Nesse fazer manipulando elementos “pré-fabricados” percebia-se que León Ferrari se comprazia na descoberta de um novo meio.”

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July 24 2013

20:20

Três Marias

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Teaser do Knoxville Studio mostra intervenção urbana Três Marias, feito pelo OlhobrΔnco na cidade de São Paulo – da Av.Paulista até o Minhocão.

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July 11 2013

18:09

Luzes noturnas

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Vídeo mostra uma caminhada noturna por Tokyo acompanhada de flashes incríveis de padrões geométricos.

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O clipe criado pelo usuário Tao Tajima não deixa de impressionar, seja como efeito de pós-produção ou como uso de fotografia de longa exposição e LEDs.

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Confira abaixo o vídeo:

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July 10 2013

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Cidade ilustrada

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Conheça as metrópoles detalhadamente coloridas da artista Amy Casey.

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Suas expressivas composições baseadas em edifícios reais, capturados em fotografia pela artista, apresentam uma arquitetura que parece estar em constante transformação e permanente instabilidade.

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“Cidades são criaturas fascinantes às quais eu estou apenas comecando a arranhar a superfície. O trabalho e a organização que está na criação e evolução de uma cidade, a constante mudança e adaptação, e às vezes histórias secretas dessas transformações, além da dependência da cidade quanto a cooperação civilizada são questões que eu gosto de pensar.”, afirma Casey.

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Confira abaixo um vídeo onde podemos observar todos os detalhes impressionantes do trabalho da artista, assim como comentários sobre suas referências e inspiraçoes:

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June 19 2013

18:44

Cidades de luz

Conheça o trabalho Lightscapes do designer inglês Troy Hyde, que captura as luzes cintilantes das metrópoles em GIFs.

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Las Vegas

Hyde sutilmente inverte a perspectiva do observador, como se estivéssemos olhando o céu de estrelas ao admirar a vida iluminada na superfície terrestre.

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Riyadh – Arábia Saudita

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Chicago

Segundo o artista, “o impacto da indústria humana é visível; o trabalho captura a visão contemporânea, transitória do planeta, que é diferente de seu passado e inevitavelmente mudará. A obra aborda a questão da poluição luminosa, mas tem a intenção de ser observacional, encorajando o público a experimentar simultaneamente a beleza da superfície luminosa e o reconhecimento desconfortável da incerteza do futuro.”

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Tokyo

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Seoul

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São Paulo

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Montreal

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Madri

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Los Angeles

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Londres

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Houston

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Hong Kong

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El Paso

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Cairo

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Antuérpia

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Abu Dhabi

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June 12 2013

23:16

Aqui Bate Um Coração em Paris

Desde a primeira intervenção do projeto Aqui Bate Um Coração há um pouco mais de 1 ano na cidade de São Paulo, os corações já foram espalhados por mais de 42 cidades e 8 países.

São Paulo, Londres, Trujillo, Montevideo, Guadalajara, Cidade do Porto, Lisboa, Barcelona, Cassano D’Adda, Rio de Janeiro, Duque de Caxias, Itaocara, Campos dos Goytacazes, Campinas, Santos, Sao Jose dos Campos, Araraquara, Ribeirão Preto, Mococa, Belo Horizonte, Pirapora, Sao João del-Rei, Alto do Caparaó, Itajubá, Barbacena, Uberlândia, Goiânia, São Sebastião do Paraíso, Salvador, São José do Rio Preto, Porto Alegre, Santa Maria, Londrina, Toledo, Blumenau, Laguna, Vitória, Belém, Recife, Campina Grande, Teresina e Brasília.

Agora foi a vez de Paris ❤

Saiba mais › www.facebook.com/aquibateumcoracao e espalhe o amor pela sua cidade também.

June 11 2013

20:23

Cidade de livros

O artista chinês Liu Wei constrói o perfil de uma cidade ao esculpir diversos livros.

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Nessa escultura, o artista representa a densidade de uma metrópole a partir de uma pilha de livros despedaçados, no que parece ser uma cidade abandonada, como tantos livros são na nossa sociedade cada vez mais digital.

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Segundo a descrição da obra, “Liu Wei traduz o caos de sua cidade nativa (Beijing), uma cidade que está em permanente estado de desenvolvimento e que continua a se reinventar para suprir as necessidades exponenciais de sua hiper-produtividade.”

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May 23 2013

19:58

Muros vivos

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Conheça as composições incríveis do artista francês Lavalet, que cria lambe-lambes que dialogam com o ambiente e, às vezes, até faz uso de elementos tridimensionais.

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May 16 2013

21:47

Lentes inquietas

Conheça o trabalho singular do americano Bruce Davidson, um dos maiores fotógrafos de todos os tempos. 

Davidson teve seu primeiro contato com a fotografia aos 10 anos de idade, quando entrou pela primeira vez em uma câmara escura na casa de um amigo e viu uma imagem ser revelada. Na adolescência, Davidson começou a explorar a cidade de Chicago através de suas lentes e aos 16 ganhou o primeiro de muitos prêmios fotográficos, desenvolvendo seu interesse e técnica que seriam tão significativos no futuro.

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Após o período da faculdade em Rochester e Yale, Davidson se juntou ao exército e se estabeleceu em Paris, onde conheceu Henri Cartier-Bresson, um dos fundadores da renomada agência fotográfica Magnum Photos, que viria a ser a sua representante.

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No ano de 1957, depois de deixar o serviço militar, o fotógrafo então trabalhou um tempo como freelancer para a revista LIFE e durante os próximos 4 anos desenvolveu trabalhos seminais como The Dwarf, Brooklyn Gang, e Freedom Rides, este último documentando profundamente os movimentos de direitos civis nos Estados Unidos.

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Como participante e observador da luta por direitos civis no período de 61-65, Davidson registrou as exigências, os protestos, os desastres dos bombardeios e o tumulto social que surgiu desse momento conflituoso.

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CIVIL RIGHTS

O vídeo Time of Change é um testamento do cotidiano dessas pessoas corajosas que lutaram contra a segregação, pobreza e discriminação.

No ano de 67, o fotógrafo recebeu um prêmio importante do National Endowment for the Arts por ter passado dois anos registrando as condições sociais precárias do bairro do East Harlem, em Nova York, na série denominada East 100th Street.

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Segundo o fotógrafo: “Então eu fiz o que eu queria, eu vi de tudo, miséria, celebridade, as lindas pessoas, as perversas, generosidade e ódio. Mas eu acho que eu extrapolei a minha visão….No coração de minha própria vida, no coração da vida de outras pessoas. Talvez essas seja a coisa mais importante que fiz.”

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East 100th Street

Já nos anos 80, Davidson explorou o ambiente hostil e degradado dos metrôs de Nova York na série Subway, dando uma nova visão àquele espaço: “Eu queria transformar o metrô de sua realidade sombria, degradada e impessoal para imagens que abrissem nossa experiência para a cor, sensualidade e vitalidade das almas individuais que andam nele todo o dia.”

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Duas de suas imagens já estrelaram capas de discos de Bob Dylan e Beastie Boys:

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Aqui vai um trecho da entrevista com Davidson no documentário de Cheryl Dunn, que aborda fotógrafos que utilizaram a vida nas ruas da cidade de Nova York como suporte para seu trabalho:

fontes    

April 01 2013

16:25

Vem dançar no BaixoCentro!

E vamos para mais uma edição do Festival BaixoCentro!

Uma utopia possível, feita por pessoas e para pessoas. Nada de instituições, empresas, governos, ou relações duras e tradicionais por trás. Aqui, tudo é feito por outras vias de produção, outros modelos, outras crenças. Tudo colaborativo. Não há gana por lucro. Há gana pela mudança.

Entre os dias 5 e 14 de abril de 2013, as ruas da região central de São Paulo serão ocupadas com música, cores, performances, oficinas e tantas outras atividades que demonstram que a cidade pode ser muito menos opressora do que ela é hoje. E você pode ajudar tornar São Paulo uma cidade mais colorida!

São mais de 530 atividades que acontecerão na região para trazer as pessoas de volta ao Baixo Centro. Porém, é necessário seu engajamento para realizar esta segunda edição. Isso mantém o caráter independente e colaborativo do Festival. O que isso significa? Não há parcerias com governos, não há investimentos da iniciativa privada, e nem leis de incentivo à cultura por trás.

Ajude a realizar o Festival BaixoCentro 2013
catarse.me/BaixoCentro2013

A campanha do financiamento coletivo já vai acabar!

Quem quiser ajudar a realizar a segunda edição do Festival BaixoCentro 2013 tem até amanhã para doar. É só clicar aqui, fazer o cadastro, escolher a contrapartida e ajudar a viabilizar mais de 530 atividades pelas ruas do centro da capital paulista.

A campanha, hospedada na plataforma de financiamento coletivo Catarse, durou 25 dias e teve como meta arrecadar cerca de R$ 62 mil. O orçamento, que está aberto e detalhado aqui, contempla o aluguel e compra de equipamentos necessários para viabilizar a maioria dos projetos (os outros não precisam ou podem usar os materiais que já temos). Para ver o resultado desta primeira edição, acesse a nossa cobertura colaborativa.

Neste ano, recebemos o quíntuplo de propostas de atividades por meio da chamada pública (que podem ser vistas por aqui). O trabalho mais que dobrou e o tempo de arrecadação diminuiu.

As contrapartidas para o financiamento começam com o valor de R$ 10 e envolvem desde adesivos e buquês de flores, até experiências gastronômicas harmonizadas com cachaça.

Ajude também convidando seus amigos, tias, vizinhos… E se quiser fazer mais, curta e compartilhe o conteúdo no Facebook, mande emails, tweets, post em seu blog, movimente-se!

Quer fazer mais ainda?
Participe das reuniões públicas do projeto, envie um email para baixocentro@googlegroups.com

Saiba mais ó:
festival.baixocentro.org
baixocentro.org
catarse.me/BaixoCentro2013
.

Tweet Tags: artes, audiovisual, BaixoCentro, cidade, colorido, Conversas, cores, cultura digital, dança, debates, Encontros, evento, festival, gratuito, laboratórios, letras, música, Oficinas, Passeios, performance, São Paulo, teatro

March 26 2013

18:51

COLOR+CITY: mais cor por favor!

O objetivo do projeto COLOR+CITY é o mais nobre e abraçável possível: deixar São Paulo, o Brasil e o resto do mundo mais coloridos. Porque como você vai ouvir ali no vídeo abaixo, a grande marca da cidade de São Paulo, é o grafitti.

A dinâmica é bem simples:
- Tem um muro e quer oferecer para alguém pintar? Doe um espaço!
- É artista e quer um espaço para pintar na rua? Se escale aqui.

O rolê surgiu da ideia de dois entusiastas da arte de rua, Gabriel Pinheiro e Victor Garcia, e foi abraçada pela FLAG, holding de empresas criativas. O Google Brasil entrou como parceiro do projeto para viabilizar a plataforma via mapas. E a IdeaFixa, junto com mais um monte de gente que acredita que se vive melhor em uma cidade com mais cor, é apoiadora e já declaradamente apaixonada pelo projeto.

Agora é com vocês :)
.

Tweet Tags: arte, arte urbana, cidade, coletivo, COLOR+CITY, comunidade, cor, flag, mais cor por favor, São Paulo, Street Art

February 08 2012

14:09

Quando o povo faz o trabalho da prefeitura

Ontem navegando pelo facebook, descobri esse grupo do Rio Grande do Sul chamado Shoot the Shit, do qual a proposta é “transformar Porto Alegre na melhor cidade do Brasil”. Hmmm… deveras gaúcho.

Brincadeiras a parte, eles estão mostrando que o assunto é sério, e através de projetos e ideias inesperadas, já estão fazendo a diferença. Por coincidência, hoje o Heto me mostou esse ótimo exemplo que é o projeto “Que ônibus passa aqui?”. Onde um simples adesivo colado em pontos de ônibus pode ajudar os perdidos de plantão.

Irônico é o fato da Prefeitura de Porto Alegre ter criticado a adesivagem ilegal do mobiliário urbano, pra depois aceitar que a ideia era óbvia e é ótima. Resultado: vão adotar a ideia, oficialmente.

E aí? Você ainda acredita que uma pessoa sozinha não pode fazer nada pela sua cidade?

Para acompanhar o Shoot the Shit, é só curtir a página no facebook.
.

Tweet Tags: cidade, mobiliário urbano, novas ideias, Porto Alegre, que ônibus passa aqui, shoot the shit, transformacao

January 26 2012

14:19

Apoie a revista Efêmero Concreto | Arte é pública

Entender e transformar, por meio da arte, o espaço urbano. Essa é a missão da revista Efêmero Concreto – que, distribuída gratuitamente, traz um conteúdo totalmente voltado às relações entre arte e cidade.

“A cidade pode ser palco e pode ser plateia. Pode ser barulho, pode ser música. Motivo de vaia, causa de aplauso: um ambiente fora de compasso, um espaço de vida e de sons em harmonia. Esteja ela afinada ou não com os seus habitantes, a cidade, enfim, pode sempre ser transformada.”

Ajude a revista Efêmero Concreto a pensar e transformar a cidade.
Apoie o projeto: http://catr.se/u59qR7
.

Tweet Tags: arte, Arte Pública, artistas de rua, cidade, Efemero Concreto, financiamento coletivo, palco, plateia, revista, rua
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