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June 08 2015

17:32

{Mondo Bizarro} Thea Alba, a mulher com 10 cérebros

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A alemã Thea Alba era conhecida como “A mulher com 10 cérebros” pela habilidade de conseguir escrever todos os dez dedos simultaneamente.

Alba ficou famosa na década de 1920 realizando um truque em que escrevia com as duas mãos, dois pés, e sua boca ao mesmo tempo. Ela também pode escrever em línguas diferentes ao mesmo tempo.

Veja as fotos:

 

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17:21

Retratos da ansiedade

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Não parece prazeiroso e a miséria parece inevitável.

Fabien Mérelle cria suas obras embasado em inseguranças e pesadelo. As imagens surreais geralmente o colocan como protagonista de cenas insólitas e aflitivas. A própria valorização de si como personagem das obras fica de lado. Costuma estar pelado, despedaçado, sendo atacado, lutando pela existência e suportando cargas complicadas nos ombros.

Mesmo que sejam autorretratos, as obras dialogam com aspectos que vão além disso. Qualquer um que tenha passado por situações de stress, ansiedade e desgosto tem a capacidade de se relacionar com estas imagens pesadamente simbólicas.

 

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17:20

E a banana cor-de-rosa?

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E Não me venha com esse papinho de “é Photoshop”.

“Com cheiro de canela, folhas exóticas e cor rosa brilhante, os frutos da Musa Velutina (Pink Velvet Banana) adicionam um toque tropical a qualquer jardim”. Essa é a descrição dada à planta pelo site State by State Gardening. A “Musa” tem uma boa resistência ao frio, o que torna possível de ser cultivada fora das zonas tropicais. as pequenas bananas distorcidas de cor rosa brilhantes são comestíveis, se você não se importa em lidar com as muitas sementes.

 

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June 03 2015

17:10

Miniatura burlesca do inferno

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Promessas de um Paraíso hedonista para os pecadores no inferno.

Uma turma de operários de demolição descobriu um livro misterioso dentro de uma caixa de madeira nas ruínas de um prédio condenado nos anos 1970. A caixa, que foi embrulhada em trajes militares, foi encontrada com uma coleção de fotografias de uma mundo hedonista cheio de demônios bêbados, esqueletos sinistros e mulheres fogosas. Uma nota anônima foi encontrada junto ao tesouro artístico:

 

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“Este é o trabalho da minha vida, é dessa forma que imaginei o Inferno. Se minhas visões forem verdadeiras, então os pecadores podem ficar seguros, a vida após a morte será doce para os que lá forem.”

 

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A verdade é que as imagens fazem parte de uma série chamada Les Diableries, ou Os Diabólicos. A caixa continha cenas feitas como dioramas em que miniaturas foram instaladas cuidadosamente. A obra foi construída em Paris, nos anos 1860, a série foi impressa na forma de transparências estereoscópicas que, quando vistas com lentes especiais, produziam efeitos 3D.

 

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16:24
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E aí, qual é a boa? Agenda IdeaFixa 03/06 a 07/06

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De Caetano Veloso a Dona Ivone Lara, nossa agenda para o feriado te espera com passeios gostosinhos pra esquentar os dias frios. Em parceria com Uia Diário​.

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Romulo Fróes
Quando: 4/6 (quinta-feira), às 21h30
Onde: Casa de Francisca – Rua José Maria Lisboa, 190 – Jardim Paulista – São Paulo/SP
Quanto: R$ 35
Mais informações: O cantor, músico e compositor apresenta nesse shows canções de seu disco de estreia, Calado, de 2004. Calado traz canções que misturam o samba de Batatinha e Nelson Cavaquinho com a discreta melancolia de bandas como Damon & Naomi e Low, sobrepondo todo limite entre o tradicional e contemporâneo. O repertório inclui “Cadência do Samba”, releitura genial do clássico de Ataulfo Alves. Oportunidade única!

 

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Wobble : DJ R7 + Flying Buff + Rodrigo S. + Marginal Men + Fabio Heinz

Quando: Sexta, 5 de junho às 23:00
Onde: Bar Secreto | Rua Alvaro Anes, 97
Quanto: R$ 30 seco com lista | R$ 40 seco sem lista
Mais informações: [link]

 

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Quando: 5 de junho a 6 de junho
Onde: Hole Club | Rua Augusta, 2203
Quanto: R$20 – Até 01h | R$40 – Consuma até a 01h | R$25 – Após 01h | R$50 – Consuma após a 01h
Mais informações: [link]

 

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SOUL ART apresenta :: CABARIN GAMBA SESSION

Quando:5 de junho às 19:00
Onde:SOUL ART – Rua Treze de Maio, 70
Quanto:entrada: R$ 5,00
Mais informações: Quando dois bateristas se encontram para dialogar com improvisações livres: CABARIN GAMBA SESSION lançando o K7 na SOUL ART. :: RAFAEL CAB / bateria :: FLÁVIO LAZZARIN / bateria [link]

 

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NEOPRENE™| EXPO

Quando: Sábado 06/06 às 16:00
Onde: Rua Fradique Coutinho, 1139, Vila Madalena
Mais informações:HEDRA+AMP apresentam a exposição NEOPRENE™| EXPO, com obras do fotógrafo Yuri Mira. O artista apresenta imagens aplicadas em superfície de tecido, desenvolvendo o conceito do tátil e dos materiais industriais na cultura noturna. A curadoria é de Aural Ars, que faz uma breve interação visual e performance musical. A direção de arte é de Ana Achcar. Discotecagem de Alœ Vera, Rosa Rvbea & Pininga. [link]

 

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[Música e Audiovisual na Olido] AUTO SOLIDÃO + HOLOFONICA “Solidão”

Quando: de 7 de junho às 19:00 a 2 de agosto às 20:00
Onde: Galeria Olido – Av. São João 473
Quanto: $Grátis
Mais informações: Manipulação ao vivo de vídeo e música de forma espontânea e improvisada, baseada nas autoimagens captadas por Auto Solidão e nas desconstruções e reconstruções sonoras de Holofonica.[link]

 

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Ocupação Dona Ivone Lara

Quando: até 21 de junho às 20:00
Onde: Itaú Cultural | Avenida Paulista, 149
Quanto: R$ 0
Mais informações:
A 23ª edição da Ocupação Itaú Cultural homenageia a primeira-dama do samba! Na mostra você conhece a vida e a obra de Dona Ivone Lara, ícone da música popular brasileira, através de suas composições, áudios, vídeos, fotos raras e alguns objetos pessoais. (link)

 

 

SELEÇÃO ESPECIAL UIA 

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Vinil é Arte – O Retorno do Vinil

Quando: 5/6 (sexta-feira), das 20h à 1h
Onde: Boteco Pratododia – Rua Barra Funda, 34 – Santa Cecília – São Paulo/SP
Quanto: R$ 10
Mais informações: Vinil é Arte é um coletivo de pesquisadores musicais dividido em três estados (SP, RJ e MG), formado por seis DJs que atuam há mais de uma década em prol da “cultura do vinil”. Os integrantes trazem em suas apresentações uma visão única sobre a história da música lançada em vinil e contam com um acervo coletivo de mais de 20 mil discos. Depois de uma breve pausa, o coletivo retoma a sua festa no Boteco Pratododia, com os DJs Formiga e Niggas. Dica: chegue cedo e dance mais! [link]

 

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Meno Del Picchia + Saulo Duarte e A Unidade @ Noite do Macaco Quente

Quando: 5/6 (sexta-feira), às 22h
Onde: Serralheria – Rua Guaicurus, 857 – Lapa – São Paulo/SP
Quanto: R$ 20 (antecipado) e R$ 25 (na porta)
Mais informações: Meno Del Picchia apresenta o show Macaco Sem Pelo, com Allen Alencar (guitarra e voz), Otavio Carvalho (teclados e backing vocal) e Loco Sosa – Marcelo Effori (bateria e backing vocal). Saulo Duarte e a Unidade apresentam o show Quente, com Saulo Duarte (voz, violão, guitarra), Joao Leao (teclados, vocais), Klaus Sena (baixo, vocais), Beto Gibbs (bateria, vocais), Túlio Bias (percussão, vocais) e Igor Caracas (percussões, vocais). [link]

 

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Elo da Corrente + Ordem Cultural + Zulumbi @ Festa Infinit8

Quando: 6/6 (sábado), das 14h às 20h
Onde: Matilha Cultural – Rua Rego Freitas, 542 – Consolação – São Paulo/SP
Quanto: Grátis
Mais informações: O grupo Ordem Natural tem 14 anos e é formado pelos microfones de Lum & Gato Congelado, os toca-discos do DJ Makô e a guitarra de Marcelo Munari. Com 12 anos de carreira juntos, os MCs Caio Neri, Pitzan Oliveira e o DJ PG formam o trio paulistano Elo da Corrente. Já o Zulumbi é integrado por Rodrigo Brandão, Lúcio Maia (Nação Zumbi) e PG (Elo da Corrente), e tem o intuito de aprofundar a conexão entre batuques afro-brasileiros e o hip hop.[link]

 

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Onda Instrumental Fest + Bazar Serralheiro

Quando: 6/6 (sábado), das 16h às 23h55
Onde: Serralheria – Rua Guaicurus, 857 – Lapa – São Paulo/SP
Quanto: Grátis até as 20h; depois: R$ 10
Mais informações: Neste sábado a Serralheria promove o primeiro festival do projeto Onda Instrumental, em paralelo à realização do Bazar da Serralheria. Diversos expositores apresentam sua produção e pesquisa de diferentes mercadorias, da gastronomia à produção artesanal ou seleção de discos antigos e roupas de brechó. No palco, shows das bandas Dharma Samu (19h), Naaxtro (21h) e Quarto Sensorial (23h). [link]

 

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Music Video Festival (m-v-f)

Quando: 6 e 7/6 (sábado e domingo), das 14h às 22h
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS) – Avenida Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo/SP
Quanto: Grátis
Mais informações: Em sua terceira edição, o m-v-f- celebra a arte do videoclipe no Brasil e no mundo, com instalação artística, debates, exibições de videoclipes na tela de cinema, premiações e pocket shows de nomes da nova cena musical nacional. Já estão confirmados Daniel Askill (diretor do clipe “Chandelier”, da Sia), Nomi Ruiz, Pitty, Emicida, Thiago Pethitt, Tatá Aeroplano, Rico Dalasam, Jaloo, Barbara Ohana, Mahmundi e Apollo. Confira a programação completa no site www.musicvideofestival.com.br.

 

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Caetano Veloso

Quando: 7/6 (domingo), às 18h
Onde: Sesc Itaquera – Av. Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos, 1000 – Itaquera – São Paulo/SP
Quanto: Grátis
Mais informações: Não conseguiu comprar ingresso pra ver Caê no Sesc Pompeia? Ainda há uma chance de ver o show da turnê de “Abraçaço”, e de graça! Vai ser domingo, no Sesc Itaquera. O roteiro e a direção do show são assinados pelo próprio Caetano, e trazem a potência sonora, o virtuosismo e o ecletismo dos três músicos que acompanham o baiano: Pedro Sá, na guitarra, e Callado e Dias Gomes, que também cuidam do teclado e dos efeitos, em uma cozinha eficiente. Tipo imperdível!

 

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Arrigo Barnabé – Claras e Crocodilos

Quando: 8/6 (segunda-feira), às 21h
Onde: JazzB – Rua General Jardim, 43 – República – São Paulo/SP
Quanto: R$ 25
Mais informações: Fresquíssima interpretação de “Clara Crocodilo”, álbum histórico de Arrigo Barnabé, com as instrumentistas da nova geração Ana Karina Sebastião (baixo e vocais), Joana Queiroz (sax tenor/clarone e voz), Maria Beraldo Bastos (clarinete e voz) e Mariá Portugal (bateria e vocais), e com seus parceiros frequentes, Mario Manga (guitarra) e Paulo Braga (piano). Gravado em 1980, o disco é um ponto de inflexão na obra do músico e compositor, que transita de forma original entre as invenções formais da vanguarda erudita e os códigos diretos da cultura pop.

 

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Gui Amabis

Quando: 9/6 (terça-feira), às 22h
Onde: Puxadinho da Praça – Rua Belmiro Braga, 216 – Vila Madalena – São Paulo/SP
Quanto: R$ 25
Mais informações: Gui Amabis tinha anunciado que os shows em amio na Casa do mancha seriam os últimos do disco Trabalhos Carnívoros. Mas as noites fora tão legais que ele decidiu fazer mais uma, só que dessa vez será no Puxadinho da Praça. Com Dustan Gallas, Regis Damasceno, Richard Ribeiro e Samuel Fraga.

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15:38

Festival Afreaka: encontros entre Brasil e África Contemporânea

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Uma iniciativa multidisciplinar que visa romper os estereótipos presentes da África no Brasil, evocando o seu lado inovador, proativo e artístico e promovendo o diálogo de representantes da cultura de raízes afro-brasileiras com artistas e intelectuais contemporâneos do continente africano.

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Realizado em parceria com a Biblioteca Mário de Andrade, principal biblioteca pública de São Paulo e sede das atividades, o “Festival Afreaka: encontros entre Brasil e África Contemporânea” acontece entre os dias 9 e 27 de junho e oferece o melhor das artes visuais e gráficas, literatura e ciências humanas do mundo africano.

 

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A programação, que será inteiramente gratuita, conta com três instalações expográficas fixas. A Exposição Protagonistas Africanos vestirá a Biblioteca Mário de Andrade, oferecendo ao público um mergulho nas expressões contemporâneas que abordam sustentabilidade, artes e sabedorias complexas do continente negro. Ainda, a mostra Mulheres Africanas, da artista plástica Surama Caggiano, traz composições em mosaico de belas mulheres negras, que estimulam o povo brasileiro a ir ao encontro de sua origem em África. No terceiro andar, o visitante poderá presenciar o encontro explosivo de cores e contrastes, onde as lentes africanas e afro-brasileiras se unem trazendo a sensibilidade e inovação artística na fotografia.

 

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Seis workshops inéditos serão o destaque da programação variada: renomados artistas e intelectuais promoverão encontros para discutir e compartilhar experiências sobre HUBs e inovação, performance multimídia, moda afro futurística, mídia alternativa, arte digital e cabelo como instrumento político. Ainda, duas palestras e quatro mesas de debates trazem grandes nomes africanos e brasileiros das artes contemporâneas para pensar novas formas de discussão sobre a produção cultural e o protagonismo negro. Cinema e grafitti não ficarão de fora da agenda, preenchendo o festival com cores e imagens.

 

Foto de Flora Pereira - Exposicao AFREAKA

 

Com uma abordagem inovadora, o Festival Afreaka nasce para colaborar com a promoção da cultura de forma ampla por meio de obras e artistas capazes de sensibilizar e dialogar com o público, incitando uma reflexão mais profunda sobre uma das principais regiões de origem da população brasileira. Ao estimular a ruptura de estereótipos, o evento traz à tona um debate relevante sobre a importância da multiplicidade de versões, revelando um continente ilustrado de forma inédita, criando um valoroso produto cultural e trazendo aos olhos um tema que merece registro.

 

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O evento é inspirado na proposta do coletivo Afreaka, que se apresenta como uma plataforma de mídia, educação e produção cultural, que comunica para desenvolver e quebrar velhos pensamentos estereotipados acerca de África e tudo que envolve sua história e cultura. Pensando de maneira horizontal, o projeto se estabelece como alternativa sólida para os que desejam ir de encontro com suas origens.

 

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Onde: Biblioteca Mário de Andrade, R. da Consolação, 94 – Centro, São Paulo.
Quando: Do dia 9 a 27 de Junho
Quanto: GRATUITO, com retirada de senha uma hora antes do início de cada evento
Programação completa: www.afreaka.com.br/festivalafreaka
Página do Evento no Facebook: www.facebook.com/events/956498677717896

 

Jeferson De - Palestra Cinema

 

Moises Patricio - Workshop Arte Contemporanea

 

Raquel Trindade - Mesa de Abertura

 

Roupa feita por Walé Oyejde - Workshop Moda

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15:19

JAMBOX x THE HYPE BR apresentam SKRATCH BASTID (Canadá)

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O turntablism é arte de criar sons e música por meio do uso de toca-discos. Neste cenário surge o Jambox Music Experience, projeto cultural 100% dedicado ao gênero que tem como objetivo disseminar a arte, sempre buscando artistas que representam essa essência.

Para a próxima edição convidamos um dos maiores representantes do turntablism da atualidade, Skratch Bastid.

Com mais de 15 anos de estrada, o canadense Skratch Bastid, iniciou sua carreira em campeonatos de DJs como DMC World Championship. Atualmente, realiza mais de 150 shows por ano nos quatro quantos do mundo. O artista mistura ritmos como hip hop, funk, disco, club, rock em sets dançantes, repletos de performance e criatividade. Bastid, dispensa apresentações, basta assistir um dos vídeos demonstrando sua rotina de treinos, para entender a qualidade e técnica deste artista. Como atração nacional convidamos Kefing, DJ oficial do Edi Rock, também conhecido pelo estilo, técnica e set imprevisível e Typá, grande representante feminina do turntablism, tendo no seu currículo apresentações com Rael, Nathy MC, Fernandinho Beat Box, Max B.O e Thaide. Para encerrar a noite, nosso residente e campeão Nedu Lopes.

Para mais informações sobre a festa, você pode visitar a página do evento no Facebook.

 

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INGRESSOS: http://www.eventick.com.br/jamboxmusicexperience

R$ 20,00: ANTECIPADO – LOTE TNT PROMOCIONAL

R$ 30,00: ANTECIPADO – PRIMEIRO LOTE

R$ 40,00: ANTECIPADO – SEGUNDO LOTE

R$ 50,00: ANTECIPADO – LOTE PROMO ABSOLUT + TNT
▹ 1x Ingresso + 1x Dose Absolut Vodka + 1x TNT Energy Drink.

R$ 50,00: PORTARIA – NO DIA DO EVENTO
▹Ingressos sujeitos a disponibilidade de acordo com capacidade.

▹Só é permitida a entrada de MAIORES de 18 anos no local e todos devem portar um documento oficial com foto recente (RG, CPTS, CNH, Passaporte, etc.)

 

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June 02 2015

21:48

Um minutinho pra falar de amor.

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Vem chegando aquele dia em que os restaurantes ficam lotados, a venda de flores cresce absurdamente e os bombons são distribuídos sem eira nem beira entre os mais diversos casais. Ah, que maravilha: é dia dos namorados!

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Mas o dia dos namorados é só isso? NÃÃÃO! É claro que não! É só no dia dos namorados que você vai compartilhar foto fofinha? (Tomara que não!)

“Ah, mas não namoro, nem sou casado. Foda-se esse dia sou solteiro #partiubalada porque o dia é dos namorados mas a noite é dos solteiros.”

Calma, segura a emoção! Em tempos de tantas polêmicas envolvendo o amor, levantamos aqui uma bandeira: a de amar e ser amado. Simples né? SIIIM!

A realidade é que, não só no dia dos namorados, todos devíamos expressar carinho. Seja pelo nosso par, pelo irmão, mãe, pai, familiares, amiguinhos, pelos animaizinhos de estimação. A boa é amar mesmo, com direito até a coisinhas bregas.

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É como diriam os Paralamas: “Cuide bem do seu amor, seja quem for.”

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Ah! E caso queira presentear alguém, dá uma olhada na seleção que fizemos. Com certeza algum desses mimos tem a cara do seu amor <3.

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A boa agora é usar o mês dos namorados pra celebrar o amor. Porque a verdade é essa: love is the answer. E ponto final.

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19:06

O hospital de manequins na Italia

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O Hospital de bonecas de Spaccanapoli fica no coração da cidade de Naples e abriu no final de 1800. Fundado por Luigi Grassi, um cenógrafo que produzia tanto fantoches quanto marionetes, a casa de restauração de bonecas e manequins ganhou vida quando uma mulher entrou desesperada na oficina para que reparassem a boneca quebrada de sua filha.

Depois que Luigi generosamente concordou em fazê-lo, percebeu que o brinquedo ficou melhor do que quando chegou. As pessoas da cidade também notaram a melhora e começaram falar sobre isso na cidade e então, os negócios começaram a andar.

 

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18:30

{Tecnologia & Inovação} Como o Google Glass e outras tecnologias vestíveis transformarão a sociedade?

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Crimes, mentiras e a história da sua vida: “Quando legisladores consideraram a proibição de algo antes mesmo de chegar ao mercado, é claro que ele tem o potencial de ser verdadeiramente perturbador”.

No entanto, o político de West Virginia que tenta proibir dispositivos como Google Glass é apenas a ponta do iceberg. Essas tecnologias “vestíveis” poderiam mudar a sociedade de forma intensa ao longo dos próximos anos. O Google Glass é o carro-chefe aqui, com sua capacidade de tirar fotos e fazer upload de vídeos ao vivo em tempo real, para não mencionar os seus alertas contextuais e os aplicativos que podem ser executados. Mas também há a Memoto.

 

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(Google Glass)

 

Memoto é uma câmera vestível que deve ser lançada nas próximas semanas. Ela vai tirar uma fotografia a cada 30 segundos ao longo do dia, “candidamente” capturando tudo o que o usuário fez. Embora ela esteja longe de ser tão avançada como o Glass, ela faz parte de um movimento tecnológico similar: câmeras vestíveis focadas na Internet e  introduzidas em nossas vidas diárias, tirando fotos sem o método tradicional onde alguém segura e aponta uma câmera ou smartphone para alertar outras pessoas que a sua imagem está sendo capturada. Percebe o perigo?

 

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(Memoto)

 

Você pode ou não se opor às câmeras controlados por policiais que acompanham o nosso comportamento civil, mas estamos prestes a entrar em um mundo onde qualquer um pode acompanhar o que você faz sem que você esteja ciente disso. Embora seja bastante óbvio que alguém esteja usando o Google Glass, o Memoto é bem mais sutil. Enquanto isso, outros fabricantes como a Samsung dizem estar trabalhando em seus próprios produtos dentro da mesma linha. Se estes produtos entram no mercado de massa, é importante que estejamos preparados para algumas das questões que foram levantadas no site thenextweb:

 

Quem controla o registro de sua vida?

 

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“Se realmente quisermos usar dispositivos como o Glass e a Memoto para registrar toda a nossa vida, a questão sobre quem detem e controla todos os dados torna-se importante. Usando tecnologias baseadas na nuvem, a sua história de vida poderia ser armazenada para sempre no servidor de grande empresa de tecnologia. O que acontece se alguém compra a empresa – e todos os seus dados com ela? Isto não é como a sua conta do Facebook, o seu registro de seus amigos, bate-papos, fotos e semelhantes – isto é muito mais pessoal. Será que você saberá quem estará vasculhando a sua história de vida – onde você foi, o que você viu  eo que você fez?

O mais provável é veremos uma divisão entre as pessoas que estão felizes em dar seus dados para terceiros em troca de uma vida tecnológica tranquila e as pessoas que lutarão para possuir seus próprios dados e assim adotar tecnologias open source adaptada às próprias necessidades – e, sobretudo, controlando os seus próprios dados.”

 

A evolução da mentira

 

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“A série britânica Black Mirror tem um episódio chamado ‘The Entire History of You’.  Ele imagina um futuro em que tudo o que todo mundo vê e ouve é registrado através de um implante no corpo. As pessoas podem assistir a replays de qualquer momento de suas vidas, e até mesmo compartilhar os vídeos com os outros, o que acaba causando problemas para um casal por mostrar evidências de infidelidade. Este mashup de promo dp Google Glass com clipes do episódio de Black Mirror  apimenta as semelhanças entre as tecnologias reais e fictícias.

 

 

Enquanto a tecnologia que surge esse ano ainda está longe da mostrada em Black Mirror , nós definitivamente estamos começando a caminhar por essa estrada. Em um futuro muito o ato de mentir terá uma proposta bem diferente. O que anteriormente se tratava de uma mentirinha boba para o seu paradeiro pode envolver uma preparação cuidadosa, eliminando provas e alterando geotags, no caso de ter alguém vasculhando os seus registros.

 

Onde essas câmeras devem ser banidas?

 

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“Uma coisa é você e seus amigos fazendo upload de fotos e compartilhando-as com o mundo, mas o que dizer de estranhos? Você agiria diferente se soubesse que tudo o que você faz e que cada conversa que você tem poderia estar sendo gravada por uma câmera que você não sabe da existência? Nós costumamos falar e agir de forma diferente quando estamos desprevenidos. Fale sobre um porre em um ambiente descontraído e eu provavelmente vou ser muito mais solto com o que eu digo do que em uma reunião formal ou um email. Mas vou vou mudar isso se eu acho que o que eu digo pode estar sendo gravado.

Só precisaríamos de algumas fotos ou vídeos enviados e apresentados fora do contexto para fazer com que repensemos a forma como nos relacionamos com a nossa vida cotidiana. Além de lugares óbvios que proíbem todas as câmeras (galerias de arte, por exemplo), é fácil imaginar bares e outros lugares proibindo câmeras vestíveis e óculos inteligentes.”

E você?

Qual o seu p0nto de vídeo sobre esse tipo de tecnologia e sobre os impactos dela na sociedade?
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18:02

Pasta de dente sabor Whiskey

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Da época que Don Poynter era apenas um estudante, ele teve produzidas algumas das suas invenções mais inusitadas, que também compunham a sua empresa, a Poynter International. Don passou quase metade de sua vida na Ásia produzindo coisas como: um creme dental sabor uísque.

Em 1954 Don conseguiu um empréstimo bancário de 10 mil dólares e começou a fabricar a melhor razão para americanos escovarem os dentes duas, três, quatro vezes ao dia. O creme dental estava disponível no sabor Bourbon Scotch e continha 3% de álcool.

O produto ganhou tanto destaque que a revista LIFE reproduziu na época uma reportagem sobre o ele, tornando-o popular em todo os EUA na década de 1950.

É claro que depois de um tempo a ideia acabou sendo copiada por várias outras marcas, e isso fez com que Poynter resolvesse paralisar a produção em seguida. Mesmo em curto prazo de funcionamento, ao acompanhar estas fotos dos funcionários da fábrica de Poynter, conseguimos observar que a produção dos cremes dentais de uísque era bem divertidinha de se fazer.

Se quiser conhecer algumas outras das invenções da Poynter International, até hoje existem produtos da época sendo vendidos no Ebay.

 

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17:34

A trupe viajante de marionetes gigantes

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Do sul da França para Marrocos, de Camarões para China, da Nova Zelândia para o México, O Royal de Luxe se tornou literalmente uma das maiores companhias de teatro do mundo. De proporções obviamente épicas, essa quase mítica companhia de teatro de rua teve início em 1979.

Um trio de atuação liderado por Jean Luc Courcoult foi quem começou a empresa que realizava apresentações em espaços públicos abertos. Após uma década de viagens pelo mundo com suas formas alternativas de teatro, a empresa começou a atrair a atenção crescente do público em geral. Foi ai quem em 1989 o teatro das marionetes gigantes recebeu um telefonema do prefeito da cidade francesa de Nantes, oferecendo-lhes um financiamento para se mudarem para o que era um antigo armazém de arroz. Foi a partir dai que a Royal de Luxe passou a evoluir para algo realmente colossal.

Desde 1990 a Royal de Luxe traz a paralisação total das cidades por onde passa. Milhares de pessoas se reúnem para olharem admiradas as marionetes gigantes passando pelas ruas com suas histórias e lendas.

Cada marionete construída com madeira é controlada com um sistema de alavancas hidráulicas, comandadas por cerca de 20 a 40 membros da trupe Royal, que são chamados de liliputianos. Esses membros da empresa surgem de diversas esferas da vida, e muitos são inventores, poetas, dublês, técnicos de teatro e ex empregados de grandes sucatas de concessionárias.

Essas marionetes gigantes não colocam apenas um pé na frente do outro, seus olhos também piscam e quando eles estão cansados, seus pulmões inflam e desinflam sincronizadamente, tudo isso comandado pelos liliputianos.

Se quiser saber um pouco mais sobre a Royal de Luxe e seus espetáculos, você pode visitar o site da empresa ou seguir a página deles no Facebook.

 

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17:29

O Porsche de Janis Joplin

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Em 1968, Janis Joplin se deu de presente um Porsche 1965 356c Cabriolet, um dos 16.674 produzidos. Ele tinha uma das configurações mais desejáveis ​​de um conversível, freios a disco e o motor poderoso. Mas ela achou que ainda faltava um detalhe.

Foi quando ela pediu que seu roadie Dave Richards o decorasse enquanto ela estava em turnê, um trabalho de pintura psicodélica ele chamou, “a história do universo”. O carro foi roubado durante uma turnê de  Janis e o ladrão cobriu o mural pintado para disfarçar a manobra. Depois de se recuperado pela polícia, Richards restaurou a sua pintura.

 

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Com a morte súbita da cantora, muitos jornalistas foram levados a acreditar que o carro estava em um museu do Texas, mas se tratava apenas de uma cópia. Durante anos o seu Porsche foi considerado “perdido” e vários rumores sobre o seu paradeiro foram relatados durante a década de 70. Finalmente descobriram que o carro havia sido tomado pelos pais de  Janis, mas quando o seu testamento foi lido, eles o repassaram para o manager da cantora, Albert Grossman.

Grossman costumava usá-lo como carro de cortesia em sua propriedade em New York por vários anos, até cair em desuso. A família de Janis recuperou o carro em 1975, mas a pintura original estava em um estado tão ruim que não poderia ser salva. O carro está agora emprestado para a exposição do Rock and Roll Hall of Fame Museum de Cleveland.

 

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E falando de Janis, se você ainda não viu essa entrevista, se liga: (dá pra ativar a legenda em inglês)

 

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17:02

Segredos de uma sociedade secreta encontrados no sebo

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Imerso em mistério, quase perdido para todo o sempre e intercalado por códigos, sociedades secretas, teorias absurdas e invenções impossíveis para seu tempo, o trabalho de um açougueiro rabugento do Texas teria ido para o lixo se um negociador de tralhas local não houvesse retirado o livro de Charles Dellschau de uma pilha de rejeito.

Em 1969, Fred Washington negociava móveis usados e comprou livros de anotações de um coletor de tranqueiras. No mesmo ano, uma estudante de história da arte estava no bazar de Fred e encontrou os livros de Dellschau embaixo de carpetes empoeirados. Nos livros de rascunhos havia uma série de colagens, desenhos feitos com aquarela, composições intrincadas de máquinas voadoras, um diário criptografado lotado, tudo amarrado com cadarço.

 

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Após ver o material, a estudante notificou o diretor de arte da Universidade Rice, Dominique de Menil, que adquiriu quatro dos livros por U$ 1.500 e organizou uma exibição com o trabalho do açougueiro quase 50 anos depois da morte do artista em 1923. Imigrante da Prússia, Dellschau veio aos EUA aos 25 anos, em 1853, e viveu na Califórnia e no Texas com a família. Em 1899, passou a preencher os dias de aposentadoria preenchendo livros com um jornal visual de sua juventude. Os primeiros três livros são sobre uma sociedade secreta de entusiastas de voo, chamada “Sonora Aero Club”.

 

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Nem mesmo o Irmãos Wright haviam voado até 1903, mas os desenhos do artista já mostravam pilotos conduzindo aeronaves, helicópteros com geradores e engrenagens de pouso. O mais impressionante é que o conteúdo era tão secreto que foi redigido em código e ninguém sabe ou tem notícia da tal sociedade. O ufólogo Pete Navarro comprou o restante dos livros de Dellschau depois de ver a exibição em 1969. Os livros ainda estavam sendo vendidos como raridade obscura em loja de tralhas antigas e o estudioso passou a desvendar os livros por 15 anos.

 

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O objetivo do grupo era criar máquinas voadoras que ignorariam a gravidade em um período em que viagem no ar era quase místico. O artista se considerava uma espécie de coletor de registros da sociedade e possuíam uma fórmula para desenvolver as máquinas. Os livros narram tentativas frustradas de voo, acidentes, expulsões de membros tagarelas e sabotagem de rivais. Navarro seguiu desvendando a obra e se deparou com a sigla NYMZA. O código estranho escrito com letras germânicas falava de uma organização acima da Sonora, a tal sigla, que o ufólogo acredita ser uma entidade alienígena.

 

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Bem, não se sabe se tudo não passa de diversão, loucura, pioneirismo, contatos de terceiro grau ou só alguém se ocupando no fim da vida. Os livros foram parar no lixo porque a enfermeira que cuidava de membros da família Dellschau nos anos 1960 foi incumbida de limpar a casa e sótão, onde as obras estavam. Estima-se que ainda há livros do açougueiro faltando ou completamente perdido por aí. Nos anos 1990, cada página valia milhares. Em 2009, Navarro lançou o livro Os Segredos de Dellschau em que publica muito do que descobriu em anos de pesquisa.

 

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A arte do flyer

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16:02

O apocalipse de 10 anos que inspirou Insterestellar

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Se você assistiu ao épico de ficção científica de Christopher Nolan, Interstellar, deve se lembrar dos primeiros minutos do filme. Ambientado em 2067, vemos relatos de sobreviventes de uma bacia de poeira apocalíptica. Embora o filme de Nolan seja fictício, essas cenas são na verdade clipes de entrevista reais de sobreviventes reais do Dust Bowl, que quase destruiu o meio-oeste dos Estados Unidos na década de 30.

Estas fotos não-ficcionais de nevascas sinistras engolindo cidades norte-americanas durante a Grande Depressão são provavelmente o mais perto do armagedon proposto no filme. Não é de admirar que os moradores das planícies acreditavam estar diante do fim do mundo. Por quase uma década, tempestades de poeira implacáveis ​​de proporções bíblicas castigaram a região.

Comparado com as histórias saídas do antigo testamento Egito, as tempestades de poeira não apenas mataram o gado e mataram cultivos, elas trouxeram pragas de gafanhotos e manadas de coelhos famintos que vasculhavam a terra a procura de alimento, por conta do tremendo desequilíbrio natural.

 

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Sem chance de fugir do pó, muitas pessoas adoeceram e morreram de pneumonia ou desnutrição, causando um êxodo que seria registrado como a maior migração na história americana dentro de um curto período de tempo. Três milhões e meio de pessoas abandonaram suas fazendas em Oklahoma, Arkansas, Missouri, Iowa, Nebraska, Kansas, Texas, Colorado e Novo México.

O Dust Bowl não foi um desastre natural mas sim a maior catástrofe ambiental causada pelo homem na história americana. Some uma seca grave e atípica seca com temperaturas altíssimas com a ganância humana de fazer um dinheiro rápido e más práticas agrícolas para definir o cenário do inferno na terra.

 

Dust Storm

 

Com a Grande Depressão e valor do trigo em colapso, ao invés de seguir a recomendação do governo para reduzir a produção, os agricultores desesperados colhiam ainda mais trigo em um esforço de compensação de suas perdas. Os campos foram deixados expostos e vulneráveis ​​à seca de 1932.

O solo virou pó e quando os ventos começaram a aumentar, a não aplicação de métodos de agricultura de sequeiro desencadeou uma série de graves consequências. O que deveria ter sido apenas uma temporadas difícil para os agricultores se transformou em “10 anos apocalipse”.

 

 

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Dust Bowl

 

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U.S. DUST BOWL MIGRATORY WORKER

 

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Kansas Church and a Black Blizzard

 

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Logo, da próxima vez que você ouvir alguém tirando sarro do “implausível” enredo apocalíptico de um filme de ficção científica, talvez você trazer esse pedaço esquecido da história para a conversa de bar. Dá para se aprofundar na história com o documentário de 2012 de Ken Burns, que emprestou suas entrevistas com sobreviventes reais para a cenas de abertura de Interstellar.

 

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15:29

Os Beatles do Bronx

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Uma gangue de rua de descendentes de porto-riquenhos se tornou uma banda de rock and roll que passou a pregar a paz. Mais de 40 anos depois de lançarem o primeiro e único disco “Power-Fuerza”, a história do grupo Ghetto Brothers que nasceu no meio de traficantes adolescentes, prostituição e drogas tem a própria história revisitada.

Benjy, Victor e Robert Melendez eram integrantes de uma facção urbana que lutava por território e disputava o direito ilícito de controlar diversas atividades ilegais no sul do Bronx, mas tinham o diferencial do talento para a música e vontade de crescer. O trio tinha uma banda que fazia tributo aos Beatles nas esquinas do bairro durante a década de 1960, quando a cultura de gangues se proliferou na vizinhança e passaram a ser admirados.

 

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Mas em função da imersão política e conscientização social das comunidades de então, o trio foi influencia pelo grupo nacionalista de Porto Rico e pelos próprios Panteras Negras. Passaram então a expulsar as drogas do local em que viviam, assim como a prostituição para manter os arredores mais seguros.

 

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O disco foi lançado em 1972, mas foi mal distribuído e nem sequer os membros conseguiram ter cópias. O álbum têm timbres beatlenianos ao apresentar harmonias de banda de garagem pop, percussão tradicional latina, ritmo do calibre de Santana e pegada Motown. Isto conectou brancos, negros e latinos ao misturar estilos musicais distintos.

 

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Um dos membros do conjunto morreu ao tentar evitar uma briga entre o grupos do Bronx e do Harlem. Isto culminou em uma trégua histórica entre os bairros. O tratamento às mulheres era referência. As componentes das gangues era tratadas igualmente. Com o tempo, a influência política dos Ghetto Brothers diluiu, mas o disco virou raridade de milhares de dólares.

 

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Veja um doc sobre o grupo abaixo e uma canção da banda:

 

 

 

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