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July 10 2015

20:19

Entalhador de gente

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Existe uma aura quase mitológica em torno de Jun Matsui. O pernambucano voltou do Japão em 2007 e conduz um estúdio no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Matsui é praticamente um alfaiate do neo-maori. Conversamos então com Andre Ferezini, diretor do documentário que leva o nome do tatuador.

Influenciado pelo traço oriental e conceitos polinésios de adornos anatômicos, ele veste pessoas em sessões artesanais e custosas, sempre com a cor preta, que fizeram seu nome em Tóquio e o estabeleceram como autor requisitado de entalhes na cútis aqui no Brasil.

Haja vista a trajetória do artista, adolescente skatista saído dos anos 1980 e enviado como decasségui para trabalhar na linha de montagem da Toyota, era de se supor que acumulasse uma bolada para quem sabe retornar ao país de origem anos mais tarde.

 

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Ponto fora da curva, Matsui largou a automobilística, se meteu num bar do bairro Gaspanic e lá entrou em contato com a boemia local para se tornar referência nipônica de tatuagem ao assumir o ofício no início dos anos 1990.

Geralmente, quando Matsui sai na mídia nacional o que é abordado se restringe ao estilo que desenvolveu, o caminho que percorreu até se consolidar e curiosidades sobre a vida no Japão ou situações em que decorou o corpo de membros da Yakuza. Mas não é exatamente sobre isso o curta metragem sobre o artesão.

 

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Com 18 minutos, registrado ao longo de cinco anos principalmente no estúdio e no retiro de Matsui, o filme é sobre o amadurecimento de um homem cujos cabelos vão ficando grisalhos sem apelar para folclores ou sensacionalismo. Intercalando narrações do próprio tatuador com imagens de pessoas/canvas que receberam seus trabalhos, a vida do protagonista é apresentada ainda com atmosfera misteriosa preservada.

A estreia da produção foi no início de junho deste ano em Londres. Mês que vem o filme será exibido em sessão para convidados no Cine Joia, SP, para seguir viagem à Nova York, São Francisco e Japão. No começo de outubro deve estar disponível na internet para todos.

 

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Com fama de difícil, seletivo e ciente do próprio talento, Matsui opera no esquema do boca a boca e não entrou no ciclo de produção em larga escala do mercado de tatuagem. Se assim o fizesse, seria mais fácil fazer carreira onde estava na Toyota. Segundo o diretor do filme, é complexo entender como alguém exercendo a profissão num método muito distinto das atuais clínicas possa se manter no Brasil.

Ferezini foi cliente de Matsui, em 2010. Quando se aproximou do artesão para a primeira consulta levou uma carta justificando e explicando o momento pelo qual passava para dar embasamento ao desenho. Observou o espaço de trabalho do anfitrião enquanto conversavam e ficou morrendo de curiosidade para conhecer os outros cômodos, pois a casa inteira lhe parecia tratada como artesanato.

 

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Atuando como diretor de publicidade atualmente, Ferezini sempre gostou de tatuagens. Lembra quando ia ao fliperamas enfumaçados, para desgosto da mãe, e observava as tatuagens verdes de dragão de alguns motoboys e achava aquilo instigante. Vestígios de pertencimento a um grupo. Algo do tipo.

Como se classifica como voyer, os documentários são instrumentos de imersão em experiências (em geral a de subculturas) que o fisgam. Entender melhor quem era Matsui era caminhar pelos demais cômodos, no entanto, a aproximação foi em etapas vagarosas.

 

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Isto é na verdade reflexo do método do artesão. Extremamente diferente do Miami Ink e da visão mais voltada para o design ou da estética acumulativa de estampas mais recente no nosso país. “Jun não é um copista como boa parte dos tatuadores no Brasil. Está muito mais ligado ao lado ancestral e das origens da tatuagem porque estudou técnicas usadas como reforços étnicos”, analisa.

O filme é um recorte da experiência de Ferezini com Matsui. No começo, diante da carta, Matsui declinou a feitura da tatuagem do diretor e ofereceu até o retorno do dinheiro. Com o tempo, Ferezini entendeu que a recusa vinha do afobamento e ansiedade que apresentava. Um mal que acomete muita gente disposta a ter agulhas injetando tinta na pele.

 

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“Parece que quanto mais se retrai, mais a aura de Matsui aumenta, porém isto acaba atraindo as pessoas ideais para serem seus clientes porque é preciso entender o formato paralelo de negócio ao qual ele se dedica.” Ferezini insistiu e saiu com o braço tatuado (imagem abaixo). Insistiu mais um pouco e saiu com um documentário.

 

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July 09 2015

21:44

Quimeras que gringo vê

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Walmor Correa se apropria como ninguém da ciência do passado para criar bestiários mitológicos.

Por volta de 1560 quem dava umas bandas pelo Brasil era o espanhol Padre José Anchieta. Em seus relatos descritivos e históricos, o jesuíta relatava impressões do Novo Mundo e compilava as primeiras informações sobre nossa terra de antropófagos pagãos.

 

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A partir do século 16, a Europa Ocidental mercantilista se viu fascinada com as descrições de exóticas paisagens do além mar ao sugar riquezas das colônias feito parasita continental. Mas não é sobre exploração essa matéria. Na realidade, é sobre uma consequência do feito que enriqueceu o mundo ibérico e seus vizinhos.

 

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Pintores naturalistas, cientistas e pesquisadores embarcariam nas expedições que ocorreriam nos próximos três séculos para documentar as novidades da fauna, flora e geografia descobertas. Anchieta foi apenas um dos pioneiros na imediações tupi e colaborou com a criação do estereótipo do estrangeiro abismado com a natureza incrível do país.

 

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E é exatamente essa a brisa de Walmor Correa. De Florianópolis, SC, o artista plástico finge ser um desses gringos de passagem pelo Brasil que o registra em ilustrações acadêmicas de cunho biológico e didático para atlas.

 

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Basicamente toda a obra de Correa mistura técnicas de estudo animal como taxidermia, entomologia e desenhos técnicos que vistos com atenção revelam alucinações artísticas sobre a fauna fantástica que habita as matas e cidades brasileiras.

 

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“Meu trabalho é focado nos erros históricos destes estudiosos que visitaram nossa terra e sobre o nosso folclore”, descreveu o criador da série “Metamorfoses e Heterogonia”. A mostra do diorama que apresenta bichos impossíveis empalhados fica até 11 de setembro no MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo).

 

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Corpos de pássaros com cabeças de ratos, passarinhos com bicos espiralados como de uma borboleta e outras esquisitices quiméricas povoam a pequena exibição do artista que levou seis anos para montar os animais comprando partes na Argentina e nos EUA.

 

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“Dentro do criacionismo, os religiosos de então acreditavam que havia espécies capazes de realizar metamorfoses e isto justificava a presença de seres híbridos que nunca existiram nos relatos de Anchieta e outros estudiosos.” O caráter museológico falso das obras é tão realista que nos faz duvidar se realmente não seria verossímil tamanha aberração ou se não é apenas uma piada com a vocação mestiça do Brasil.

Separamos outros trabalhos de Correa para ressaltar o preciosismo de sua pesquisa como em “Uhheimlich, O Imaginário Popular Brasileiro”. Na série mapas anatômicos dissecam lendas do folclore como sereias e o Curupira. Para chegar ao nível de detalhes foi necessário consultar médicos, veterinários, biólogos e especialistas.

 

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As próximas duas imagens são da série Natureza Perversa (2003):

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Metamorfoses e Heterogonias / Ilha de Itapiraca:

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Híbridos de 2011:

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July 08 2015

20:47

Garimpo Musical: os 5 discos da semana – Voodoo Rhythm – Vol.47

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Descobri esses dias que existe um nome que agrupa gêneros primitivos como o gospel, blues e o country, os underground como psychobilly, pontuados por influências de jazz ou ritmos étnicos exóticos: Voodoo Rhythm. Tudo isso por conta da Voodoo Rhythm Records, selo independente suíço, comandado pelo insano one-man band Reverend Beat-Man. Aqui você pode conhecer todos os artistas do selo. Vale super a pena.

 

(1) Reverend Beat-Man

É um músico suíço, DJ e dono da gravadora. Ele funciona como uma banda de um homem só, como o líder da banda de psychobilly The Monsters, e mais várias outras bandas, em um estilo descrito como o rock and roll primitivo e também como “gospel blues trash”. Ele é o fundador e chefe dos Voodoo Rhythm Records, uma empresa com sede em Berna, Suíça.

 

 

(2) The Pussywarmers

Na família Voodoo Rhythm desde 2009, com 3 discos de melodias originais na manga, Os Pussywarmers, também suícos, tem tocado praticamente em todos os lugares, como eles mesmos descrevem: “casamentos e funerais, clubes e bares, teatros e museus, festas de marinheiro e regatas pirata , festivais buskers e resorts de esqui, escadas, sanitários públicos, embarcações e reboques …” My pussy belongs to daddy é o primeiro disco, de 2009.

 

 

(3) The Juke Joint Pimps

Lá da Alemanha. Two-man band com bateria, gaita, guitarra e uma voz que pode quebrar vidro. Estão desde 2008 na Voodoo, com 3 discos lançados. The Gospel Pimps é de 2008.

 

 

(4) Wau Y Los Arrrghs!!

É um grupo espanhol, de Valencia. A pegada é mais punk/garage rock sessentista. Com 3 discos lançados, fazem parte da família desde 2005. Vamos ouvir Cantan En Español, o primeiro disco.

 

 

(5) Heart Attack Alley

Trio hypno-psychotic-blues-trash de Auckland, Nova Zelândia. Vocalista com um vozeirona poderosa e rouca gritada quando necessária. Sensacional. Estão na Voodoo desde 2012, onde só lançaram um álbum até então: Living In Hell.

 

 

| Pra escutar no Spotify, clica aqui ou dá o play aqui embaixo:

 

| Se você gostou do que ouviu aqui, siga minha página Musicalmente Falando no Facebook.

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17:50

IndepenDENTE

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Depois de rodar o Brasil participando das maiores e mais diversas feiras de publicações independentes nos últimos anos, chegou a vez da galera do cerrado realizar uma feira para chamar de sua. Alguns precursores e novatos dos quadrinhos, zines, livros e afins se reuniram e esquematizaram tudo. A ideia já vinha de um tempo, o grupo consolidou, e foi então que convidaram uma pá de gente boa demais para colar aqui na capital federal e montar a sua banquinha durante um final de semana do mês de junho.

 

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Oficineiros, expositores de vários estados do país, bandas e parceiros transformaram a Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, em Brasília, no conhecido CONIC, a nova parada obrigatória para esquentar as engrenagens de publicações independentes nacionais. Rolaram oficinas de desenho, serigrafia, stencil e fotografia. A feira recebeu os mais diversos tipos de publicações, entre elas livros de artistas, fanzines, gravuras e desenhos, em tiragens geralmente reduzidas.

 

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Feira de quadrinhos e publicações independentes e autorais, a Dente foca na produção que foge dos padrões do meio editorial e comercial convencionais. Mais de 35 autores e selos independentes de todo o Brasil estiveram presentes, como Diego Sanchez, A Bolha Editora, Felipe Portugal, Magra de Ruim, Narval Comix, Osso, Polvilho Edições, e mais uma listinha de gente que é uma loucura o quanto mandam bem.

 

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Os idealizadores da Dente – Feira de Publicações, bateram um papo com a gente e contaram sobre essa vontade de realizar uma feira de publicações indepenDENTE  (depois que descobri a origem, não tive saída a não ser brincar com o nome e a inspiração para tal). “A ideia é inserir a cidade no circuito de feiras nacionais e ao mesmo tempo movimentar a cena local. O público compareceu mostrando que nossa cidade gosta e quer publicações diferentes circulando”, contou Augusto Botelho.

 

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E deu para perceber, viu? A galera mandou ver. Já tem todo o gás para as próximas edições. As banquinhas estavam a mil nos dois dias de feira, muita gente circulando, comprando e trocando. Um mar de gente que busca essa troca, gente que tá dando a cara para vender o seu peixe, pronto para qualquer reação, e nada melhor do que comprar um trabalho de quem o fez no momento em que está conhecendo o artista e um pouco do que ele produz. Essa é a hora de estreitar laços com histórias que você vai ouvir e lembrar toda vez que abrir o livrinho para ler ou apenas passar os olhos rapidamente.

 

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A Dente foi uma produção de representantes da cena de zines, publicações independentes e quadrinhos da cidade, Lovelove6, LTG, MÊS e Piqui. A feira busca a força e diversidade da cena independente nacional atual para fomentar e promover cada vez mais iniciativas como esta.

 

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A programação do evento foi top, além de tudo ainda rolaram shows de bandas independentes, promovidos através de uma parceria com a Festa de Ocupação Dinâmica de Área Pública, mais conhecida como F.O.D.A. Pública.

Quem marcou presença na DENTE:

Aerolito

Annima de Mattos

Buenas

Dodo Publicações

DW Ribatski

Editora Abacaxi

Editora Criatura

Editora Tribo

Foca no Rolê

Girl Gang

Heron Prado

Kabe Rodriguez

Kingdom Comics

Laura Athayde

Lote 42

Lovelove6

LTG

Manzanna

MÊS

O Novo Guia de Brasília

Objetus Lúdicus Antimatéria

PIMBA

Pipoca Press

Piqui

Quadrinhos Perturbados

Renata Rinaldi

Rodrigo Okuyama

Sabiá Duqueza

Savant Editora

Sem/Registro

SHOSH

TIC Perfeito

Verruma

Vibrant

Worst Year Ever Comics

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Contato: feiradente@gmail.com

Fotos: Fernanda Braz Lage

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17:47

E ai, qual a boa? Agenda IdeaFixa 10/07 a 15/07

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Tem Metá Metá convida Tulipa Ruiz e Felipe Cordeiro, Macanudismo, Mostra Francis Ford Coppola, La Tabaquera e muuuito mais. Agenda recheada para o feriado em parceria com Uia Diário  .

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A vista da máscara | Danielle Noronha

Quando: 12 de junho às 19:00 a 17 de julho às 19:00
Onde: Epicentro Cultural | Rua Paulistânia, 66,
Quanto: Entrada livre e gratuita
Mais informações: Em sua segunda exposição individual, a artista Danielle Noronha apresenta um grupo inédito de obras em escultura, gravura e pintura. [link]

 

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Mostra de Arte felina

Quando: 4 de julho às 14:00 a 11 de julho às 21:00
Onde: Casa Sinlogo | Rua Oscar Freire, 2221
Quanto:Livre
Mais informações: Primeira Mostra de Arte Felina da Casa Sinlogo.
Reunindo mais de 20 artistas internacionais expoentes de diversas técnicas e ramos artísticos curados sobre a temática dos felinos.
Bazar de encerramento e feira de adoção 11 de Julho. [link]

 

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VAPOR 2.0 / / S Ø M § Σ X P Ø § Σ S † Σ † I C Λ

Quando: 09/07 às 17:00
Onde: S/A |Rua Cardeal Arcoverde, 2096
Quanto: Entrada franca até 20h / R$ 15 após – somente dinheiro
Mais informações: Censura [ ! ! ! ] Visitação livre para acompanhados dos pais ou maiores de 16 anos até 20h. Após 20h, somente para maiores de 18 anos [link]

 

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◢ SLOVAK SHORTS + KARAOCLASH DE ANIMAKÊ ◣

Quando: 9 de julho às 19:00
Onde: epicentro cultural | rua paulistania, 66
Quanto: 0
Mais informações: Karaoclash de Animakê é a versão brasileira do Animation Karaoke Battle do Fest Anca, Eslováquia (www.festanca.sk). Andrej Kolencik, criador do formato, gentilmente emprestou sua ideia para os karaoclashers brasileiros e estará presente nesta quinta edição do formato para prestigiar essa união dos países através da zuêra, que como sabemos, não tem limites. As inscrições são gratuitas e os prêmios absurdos. [link]

 

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Wobble apresenta: Sants & CESRV

Quando: 09/07 às 23:00
Onde: Fosfobox | Rua Siqueira Campos, 143
Quanto:
R$ 30,00 (lista até 00h)
R$ 40,00 (lista após 00h)
R$ 50,00 (sem lista)
Mais informações: [link]

 

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Apresentação Burning Man / SP

Quando: 11/07 às 16:00
Onde: A confirmar
Mais informações: [link]

 

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Inauguração da Biblioteca da Feira Plana no Elevado

Quando: 11/07 às 16:00
Onde: Elevado | Rua Doutor Albuquerque Lins, 489
Mais informações: [link]

 

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COLABORE COM ÓCIO! | SHOW ACÚSTICO DESPLUGADO DO VIVENDO DO ÓCIO!

Quando: 12/07 às 16:00
Onde: Espaço Coletivo, Rua Guarani, 542
Quanto e Mais informações: [link]

 

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Exposição Macanudismo – Liniers
Quando: de 4 de julho a 1 de setembro, de terça a domingo, das 11h às 17h
Onde: Centro Cultural Correios – Avenida São João, s/nº – Vale do Anhangabaú – São Paulo/SP
Quanto: Grátis
Mais informações: Após passar por Rio de Janeiro, Recife e Brasília, os originais de Liniers finalmente chegam a São Paulo. Além da exposição, haverá uma programação paralela gratuita com Liniers, Laerte Coutinho, Gustavo Duarte, Diego Sanches e Adão Iturrusgarai. Para celebrar a abertura da exposição Macanudismo, o Centro Cultural Correios recebe Liniers para pintar um mural especialmente para a mostra. O artista terá como companhia a música do compositor Cheba Massolo, que apresenta as encantadoras canções de seu álbum Coyazz – que teve a capa ilustrada por Liniers. Os dois vêm da Argentina especialmente para a festa, no sábado, a partir das 11h. Haverá também nesta tarde o lançamento do Macanudo #8 em português, com sessão de autógrafos. Estarão à venda este e os demais livros do artista, bem como uma seleção de produtos com o Universo Macanudo: de cadernos a mochilas, de meias a tatuagens. [link]

 

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Individual Jaca
Quando: até 11 de julho, de terça a sábado, das 11h às 18h
Onde: Galeria Choque Cultural – Rua Medeiros de Albuquerque, 250 – Vila Madalena – São Paulo/SP
Quanto: Grátis
Mais informações: A galeria Choque Cultural recebe até o dia 11 de julho a quarta exposição individual do artista Paulo Carvalho Jr., mais conhecido como Jaca. A exposição, com curadoria de Baixo Ribeiro, apresenta cerca de 10 trabalhos, entre eles, telas de três metros de largura – um formato que surgiu na obra do artista em 2011 e vem sendo utilizado em suas últimas exposições – desenhos escolhidos de seu acervo histórico, e outras experimentações que retratam diversas cenas do cotidiano, além de personagens fantásticos, às vezes cômicos, ou por vezes trágicos, que revelam o imaginário do artista. [link]

 

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Sofar+ Secret Festival // SP

Quando: 12/07 às 15:00 – 23:00
Onde: Pinheiros, São Paulo
Quanto: R$70,00
Mais informações: O Sofar+ Secret Festival volta ao Brasil na sua 3° edição em SP no dia 12.07 \o/

O Sofar+ é o festival do Sofar Sounds que tem a mesma proposta das GIGs com LINE UP E LOCAL SECRETOS, mas aberto para um maior número de convidados em um dia inteiro de atrações.
Vários shows, artistas incríveis, pessoas bacanas e um domingão delícia! [link]

 

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Mostra Francis Ford Coppola: O Cronista da América

Quando: até 29/7 (a partir do dia 23/7, exibições também no CineSesc)
Onde: CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil – Rua Álvares Penteado, 11 – Centro – São Paulo/SP
Quanto: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia-entrada)
Mais informações: Retrospectiva completa do cineasta norte-americano Francis Ford Coppola, com exibição dos 24 longas-metragens dirigidos ao longo de seus 50 anos de carreira, além do episódio para o filme Contos de Nova York. Coppola começou como independente e, em 1971, ganhou seu primeiro Oscar. De 73 a 74 levou pra casa mais quatro estatuetas, com O Poderoso Chefão. Depois disso ele se dedicou a dois projetos megalomaníacos: Apocalypse Now e o estúdio Zoetrope. Com ambos perdeu dinheiro, e os filmes foram se tornando mais esporádicos. Também integram a mostra os documentários Francis Ford Coppola: O Apocalipse de Um Cineasta e A Década que Mudou o Cinema. [link]

 

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O Terno

Quando: 10/7 (sexta-feira), às 20h
Onde: Sesc Bom Retiro – Alameda Nothman, 185 – Campos Elíseos – São Paulo/SP
Quanto: Grátis
Mais informações: Neste show, o trio formado por Tim Bernardes, Gabriel Basile e Guilherme d’Almeida apresenta canções de seus dois discos: “66” e “O Terno”. O som traz referências sessentistas, de rock’n’roll, baladas e experimentalismo, influências de bandas como The Beatles e Mutantes, com toques da Tropicália e da Jovem Guarda. Uma das bandas mais interessantes da nova geração paulistana. [link]

 

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Dê um rolê – Homenagem aos Novos Baianos

Quando: 10/7 (sexta-feira), às 21h
Onde: Sesc Pinheiros – Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros – São Paulo/SP
Quanto: de R$ 12 a R$ 40
Mais informações: Anelis Assumpção, Curumin e Márcia Castro se reúnem para homenagear um dos mais importantes coletivos da música brasileira. Marcia Castro, que idealizou este encontro, viu nesses artistas de sua geração influências do grupo baiano, principalmente na sonoridade e no swing com toques de brasilidade. O repertório do show é formado basicamente por músicas dos Novos Baianos, além de uma canção de cada convidado que tenha relação com o som do grupo. Sucessos como “Mistério do Planeta”, “Acabou Chorare”, “Preta Pretinha” e “Besta é Tu”estarão presentes.A banda que acompanha os artistas é formada por Juninho Costa (guitarra), Julio Caldas (violão, bandolim e guitarra), Betão Aguiar (baixo), Michelle Abu (percussão), além do próprio Curumin na bateria e direção musical. [link]

 

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Guitarras Brasileiras – Pepeu Gomes (BA), Robertinho de Recife (PE) e Felipe Cordeiro (PA)

Quando: 10 e 11/7 (sexta-feira e sábado), às 21h30
Onde: Sesc Belenzinho – Rua Padre Adelino, 1000 – Quarta Parada – São Paulo/SP
Quanto: de R$ 12 a R$ 40
Mais informações: http://www.uiadiario.com.br/evento/guitarras-brasileiras-pepeu-gomes-ba-robertinho-de-recife-pe-e-felipe-cordeiro-pa/

 

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Banda Eddie

Quando: 10 e 11/7 (sexta-feira e sábado), às 21h30
Onde: Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93 – Água Branca – São Paulo/SP
Quanto: de R$ 9 a R$ 30
Mais informações: Há 25 anos construindo um caldeirão sonoro de punk rock, surf music, reggae, frevo e samba, a banda pernambucana Eddie vem fundindo ritmos, criando novas ambiências e quebrando paradigmas. Neste show, lança seu novo álbum Morte e Vida, em referência ao poeta João Cabral de Melo Neto. [link]

 

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Calefação Tropicaos

Quando: 10/7 (sexta-feira), às 22h
Onde: Casa da Luz – Rua Mauá, 512 – Luz – São Paulo/SP
Quanto: R$ 20 para os 100 primeiros; depois: R$ 30
Mais informações: Nesta sexta a Calefação Tropicaos volta a ocupar a Casa da Luz, novo espaço de criação artística no centro da cidade. No som, garantindo o bailado transante, o residente da festa, Pita Uchôa, e o convidado Julião Pimenta, da festa Brazilia Teimosa (Boteco Pratododia). Além disso, tem exposição de fotos e exibição de filme.

 

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Discopédia
– A feira
Quando: 11/7 (sábado), das 14h às 21h
Onde: Centro Cultural Rio Verde – Rua Belmiro Braga, 119 – Vila Madalena – São Paulo/SP
Quanto: Grátis até as 18h. depois: R$ 5
Mais informações: Com o objetivo de unir moda, música, gastronomia, arte e incentivar o uso e a valorização dos discos de vinil, a festa Discopédia promove sua primeira feira cultural. A Discopédia foi criada em setembro de 2012 pelos DJs Dandan, Marco e Nyack. A ideia desse encontro, além de incentivar o uso e a valorização dos discos de vinil, é resgatar a essência de um dos elementos da cultura Hip-Hop: o DJ. Para a feira deste sábado, eles convidam o rapper Kamau, que fará um set nos toca-discos, além de algumas rimas. E várias marcas estarão expondo e vendendo roupas e acessórios. [link]

 

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Feira In-Edit de Fanzine

Quando: 11/7 (sábado), das 13h às 19h
Onde: Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino – São Paulo/SP
Quanto: Grátis
Mais informações: Como parte da programação do 7º In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical, acontece neste sábado a Feira In-Edit de Fanzine. O evento reunirá 25 tradicionais expositores e vendedores de fanzines de São Paulo e região, que passarão a tarde mostrando e vendendo seus trabalhos na Cinemateca. Quem visitar a feira terá a oportunidade também de assistir a Sessão Open Air do filme “Listening to You: The Who at the Isle of Wight 1970″, do homenageado do festival neste ano, o diretor Murray Lerner. O filme será exibido às 20h na tela externa, ao lado do saguão BNDES. E é sempre bom lembrar que, além da feira, o festival inclui uma programação bacaníssima de documentários musicais, bate-papos com diretores, shows… E vai só até domingo! Confere tudo no www.in-edit-brasil.com

 

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Killa Dance Machine

Quando: 11/7 (sábado), das 20h à 1h
Onde: Boteco Pratododia – Rua Barra Funda, 34 – Santa Cecília – São Paulo/SP
Quanto: R$ 10
Mais informações: O estilo pode variar. Pode ser rap, dancehall ou funk. A música pode ser de qualquer época. Pode ser original ou sampleada. Mas o resultado tem que bater forte. O som tem que reverberar, e a pista tem que vir abaixo. Killa Dance Machine é o novo projeto musical do Boteco Pratododia, e a ideia é simples e direta: reproduzir música em discos de 12 e 7 polegadas, pra fazer geral dançar e o chão tremer. Julião Pimenta (Boteco/Brazília Teimosa) é o capitão da nave, e os manos Stranjah (Reggaematic/Fresh!) e Pedro Pinhel (Funky Nuggets/OPS) são os curadores cuja responsa é manter os timbres certeiros, o grave daquele jeito e o repertório variado e matador. [link]

 

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La Tabaquera

Quando: 11/7 (sábado), às 23h
Onde: Mundo Pensante – Rua Treze de Maio, 825 – Bela Vista – São Paulo/SP
Quanto: R$ 20 (individual) ou R$ 30 (casal de qualquer gênero que beijar de língua na entrada da festa)
Mais informações: Dedicada à música e vídeos do Caribe, da América do Sul e da África, a festa La Tabaquera é realizada pelos músicos Caçapa e Alessandra Leão. A festa existe desde 2011 e já passou por Recife, Olinda, João Pessoa, Fortaleza, São Luís, São Paulo, Belo Horizonte, Curitba, Rio de Janeiro e Nantes, Toulouse e Orleáns, na França. Caçapa bota o som e Alessandra Leão, os vídeos. No repertório, muita cumbia, merengue, guaracha, calypso, carimbó, guajira, tamborito… música e vídeos para bailar e para liberar a pélvis! [link]

 

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Fernando Catatau e O Instrumental

Quando: 12/7 (domingo), às 18h
Onde: SESC Ipiranga – Rua Bom Pastor, 822 – Ipiranga – São Paulo/SP
Quanto: de R$ 6 a R$ 20
Mais informações: Depois de criar o Cidadão Instigado e lançar o disco “Uhuuu!” em 2009, Fernando Catatau sentiu a necessidade de apresentar seu som de outra forma e escolheu dois companheiros de banda (Regis Damasceno e Clayton Martin) e um amigo (Samuel Fraga) para montar um projeto que expressasse uma música autoral em um outro contexto do espaço musical. Com forte referencial brasileiro, Fernando Catatau e O Instrumental faz da mistura de timbres e ritmos a sua base. Com essa iniciativa, Catatau abre mão da palavra para fazer um som instrumental, basicamente voltado para o rock. Temas do compositor destacam aquilo que ele tem de melhor, a guitarra. [link]

 

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Bocato

Quando: 13/7 (segunda-feira), às 19h
Onde: Sesc Consolação – Rua Dr. Vila Nova, 245 – Vila Buarque – São Paulo/SP
Quanto: Grátis
Mais informações: O trombonista apresenta show totalmente dedicado ao repertório do músico Wayne Shorter. Com Giba Pinto no contrabaixo, Márcio Negri no sax, Vini Morales no piano e Mauro Tahin na bateria.

 

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Guizado convida Arrigo Barnabé e Guilherme Granado @ Projeto Feito na Hora

Quando: 15/7 (quarta-feira), às 20h30
Onde: Sesc Pinheiros – Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros – São Paulo/SP
Quanto: de R$ 7,50 a R$ 25
Mais informações: O Feito na Hora é um espaço para a improvisação musical e encontros com grandes instrumentistas da música brasileira. Em julho, o projeto apresenta o trabalho do trompetista e compositor Guilherme Menezes, o Guizado, que acaba de lançar seu terceiro álbum (“O voo do dragão”) e é pesquisador de música erudita e contemporânea. Ele une influências que vão de Stravinsky a Wayne Shorter e Thelonious Monk, além de elementos do punk rock e free jazz. Seus convidados para a jam session serão os músicos Arrigo Barnabé e Guilherme Granado. Mais cedo, às 16h, eles participam de um bate-papo gratuito com o público.

 

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Metá Metá convida Tulipa Ruiz e Felipe Cordeiro

Quando: 15 e 16/7 (quarta e quinta-feira), às 21h30
Onde: Casa de Francisca – Rua José Maria Lisboa, 190 – Jardins – São Paulo/SP
Quanto: R$ 53
Mais informações: Projeto de Juçara Marçal (voz), Kiko Dinucci (violão/composições) e Thiago França (sax), faz um som com base no universo musical afro-brasileiro. Eles acabam de chegar de uma grande turnê pela Europa e, antes, lançaram um EP que, como tudo que fazem, já deu o que falar. Nesses shows na Casa de Francisca, eles convidam Tulipa Ruiz (na quarta) – que tem uma faixa de seu disco mais recente gravada com trio – e Felipe Cordeiro (na quinta).

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16:43

{Música} Quando a música falou sobre café

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Uma lista de bandas e artistas que foram igualmente inspirados pelos goles de café ao longo dos anos. Se você pensou que era o único a levar a xícara de amor preto tão a sério, não se sinta só porque estes aqui criaram até composições para ele.

1. Squeeze: “Black Coffee in Bed”

 

2. Blur: “Coffee & TV”

 

3. Bob Dylan: “One More Cup of Coffee”

 

4. Sam Cooke: “The Coffee Song” (original de Frank Sinatra em 1946)

 

5. Bob Marley: “One Cup of Coffee”

 

6. Ella Fitzgerald: “Black Coffee”

 

7. Humble Pie: “Black Coffee”

 

8. Cream: “The Coffee Song”

 

9. Kate Bush: “Coffee Homeground”

 

10. Chas & Dave: What I Want is a Proper Cup of Coffee

 

11. Beastie Boys: “Intergalactic” (essa teve que ser inclusa em especial pela “I like my sugar with coffee and cream.”)

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16:25

{Cinema} Catálogo com lugares secretos usados em filmagens

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Se você faz parte dos doidos apaixonados por cenários, seje bem-vindo, migo

MiRES é uma agência de Paris dedicada a encontrar as mais bonitas, únicas e nada comuns locações para gravações de filmes. São também os melhores em manter segredos da indústria cinematográfica, fashionista e de entretenimento.

O catálogo de suas locações está mais para um mapa de tesouros de tantos lugares incríveis que você provavelmente nunca conheceria ou saberia da existência. Seus contatos os possibilitam locações que ninguém nunca imaginaria onde alugar – do Sacré Coeur, em Paris a um sótão secreto congelado no tempo.

Abaixo você confere alguns dos locais do catálogo.

 

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01. Mistério e Assassinato no Parisian Theatre. Existem muitas possibilidades de filmes de assassinatos que podem ter sido gravados aqui. Esse teatro que parece ter vindo direto do passado é extremamente fotogênico e misterioso. [Link]

 

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02. O filme Marie Antoinette de 1938 muito provavelmente pode ter tomado essa como casa. [link]

 

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Esse pequeno teatro, inclusive, pode ter sido o teatro privado de Marie, em Versalhes. [link]

 

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03. Essa casa aqui parece com o cenário de muitos dramas de guerra, principalmente os de ocupação nazista. [link] e [link] 

 

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04. Essa caverna aqui parece muito com o cenário de Viagem ao Centro da Terra. [link] 

 

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05. Os Três Mosqueteiros [link] 

 

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06. Amelie Poulain.Você pode contratar este carrossel no pé do Sacré Coeur.  [link]

 

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Talvez a Mademoiselle Poulain tenha até comprado uma casa! [link] 

 

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Este quarto é muito parecido com o do filme [link]

 

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Aqui, também uma cozinha típica para o cenário do filme [link]

 

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E para o café parisiense típico de Amélie [link]

 

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07. Se existe uma série que se encaixa perfeitamente nessa paisagem, essa série é Game of Thrones [link]

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Esta sala de leitura no centro de Paris também é adequadíssima ao que seria o local favorito de qualquer príncipe da série. [link]

 

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08. Vicky Cristina Barcelona se encaixaria perfeitamente aqui. Ou talvez o estúdio de Renoir [link]

 

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Ou a sala de bilhar de Fitzgerald. [link]

 

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09. Para vocês, uma biblioteca digna de Harry Potter. [link] Tem também uma lista completa cheia de bibliotecas para todos os gostos aqui.

 

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10. Para os boêmios espalhados filmes a fora, devem ser estes os locais favoritos. [link]

 

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11. Este café, quando não está servindo como um ótimo local para tiroteios, é um ótimo restaurante chamado Les Filles um Maman. [link]

 

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12. Viaje no tempo com esse Showroom digno de uma viagem no tempo. [link]

 

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13. Para abrigar garotinhas apavoradas e filmes de terror, uma lista especial feita com sótãos. [link]

 

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15:20

Rótulos sinceros de vinhos

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“Beba-me e chame seu amante.” Rótulos de vinho nunca dizem a verdade, apesar de serem entornados, emborcados em momentos que são de pura metáfora sarcástica para o momento que estamos vivendo.

Então estes rótulos foram feitos para dizerem exatamente o que se passa nos instantes em que as rolhas estouram e que o líquido uvoso encharca suas entranhas a fim de transar ou de se entorpecerem para turvar frustrações.

As ideias foram todas baseadas em situações nas quais as pessoas se encontram enquanto bebem. São 26 desenhos ao todo. Veja os demais aqui.

 

Você vai precisar de um copo maior.

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Seja lá o que for fazer, não me transforme em sangria.

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Não ouse começar a tuitar.

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Solteiro por opção é o que há.

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Um brinde a não ter um colapso nervoso.

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Muito vinho, muito saboroso.

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Você e eu sabemos que você irá chorar em breve.

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Café não me diz nada.

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Bêbado de amor? Talvez?

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Você está virando sua mãe.

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Por favor, saia de cima da mesa da cozinha.

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Estou realmente cansado das suas merdas.

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Seja um chefe, você não precisa de um copo.

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Por favor não beba e disque, você é melhor que isso.

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Apenas adicione Sprite e qualquer dignidade que lhe tenha sobrado.

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14:00

Já planejou seu funeral? Marina abramovic sim

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Marina Abramović já planejou seu funeral, e ele será um misto de performance, música ao vivo, roupa colorida e muito humor negro.

Em um discurso feito em Sydney durante sua residência de 12 dias para Kaldor Public Art Projects, em plenos 67 saudáveis anos, Abramović diz que um artista deve morrer consciente e sem medo. “O funeral é sua ultima obra antes de partir.” – diz ela.

“Eu quero ter três Marinas. É claro que uma será a real e duas falsificadas, já que não podemos ter três corpos. Eu quero essas três Marinas enterradas em três cidades diferentes – as quais eu morei o maior tempo de vida: Belgrade, Amsterdam e Nova York. Ninguém saberá onde meu real corpo estará enterrado.”

Abramović foi motivada a planejar sua cerimônia depois de comparecer ao funeral de sua amiga, a autora Susan Sontag, no cemitério Père Lachaise, em Paris, em 2004.

“Foi o funeral mais triste que já estive em toda minha vida e ela é um dos maiores seres humanos que já conheci. Ela era cheia de vida, curiosa e incrível. Eu voltei para Nova York e fui direto até um advogado entregar um script inteiro de como eu gostaria que fosse meu funeral.”

Marina também revelou que insistiu no uso de cores vivas e brilhantes na roupa do responsável pela cerimônia, além de uma apresentação musical ao vivo.

“Eu quero Antony (Antony and the Johnsons), que é um grande cantor e amigo meu, cantando I Did It My Way. Ele nunca disse que sim, mas acho que ele vai estar tão triste por eu ter morrido que vai querer fazer.”

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13:23

Rolê fotográfico pelo CBGB nos anos 1970

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Todas as fotos deste post foram feitas nos idos dos anos 1970 no clube noturno CBGB, que se tornou ponto de encontro famoso na cena punk de Nova York ao receber músicos, artistas, compositores e boemia de então.

Mencionar o local como lenda é no mínimo batido, mas é preciso salientar que nem por isso deixam de rotular o mitológico lugar como espécie de incubadora obscura de algumas das bandas mais influentes do século passado.

Estas imagens foram feitas pelo fotógrafo David Godlis da metade em diante dos anos 1970. O profissional lançou uma campanha no Kickstarter para publicar este livro dedicado ao período e aos envolvidos que ajudaram o CBGB a virar lenda.

 

Fachada do CBGB:

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Hilly Kristal, proprietário, aguarda na fila com a multidão para entrar no clube (1977):

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Patti Smith foi uma das primeiras artistas a marcar presença quando o local abriu as portas. Foto de 1976:

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Sylvia Morales, casada com Lou Reed, e Anya Phillips posam para foto (1977).

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The Cramps no lado de fora do clube (1977):

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Lester Bangs, jornalista musical (1977):

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O cantor e letrista Alex Chilton (1977):

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Patti Smith Group em performance (1977):

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Richard Hell em 1977.

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Legs McNeil, fundador da revista Punk (1977)

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The Talking Heads (1977)

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Blondie em performance (1977)

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Richard Manitoba, líder da banda Dictators, e uma amiga.

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No Wavers na frente do clube. No Wavers era uma subcultura que rejeitava o New Wave (1978).

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Dee Dee e Joey Ramone em frente à entrada (1977)

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Ramones em performance no ano de 1977.

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June 11 2015

15:12

Por dentro da Ilha Golfinho: o mais privados dos paraísos do mediterrâneo

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Nada de Photoshop neste pedaço de terra italiano.

O arquipélago natural da Itália, mais precisamente localizado na costa de Almafi, entre Capri e Positano, possui uma ilha chamada Li Galli ou La Sirenuse. O local é rico em história romana antiga e recebeu ilustres convidados como Greta Garbo, Princesa Margharet da Inglaterra, Ingrid Bergman, Sofia Loren e Jacqueline Kennedy.

Nos anos 1920, uma dançarina russa avistou a ilha com ruínas romanas e a comprou para transformá-la em estúdio de dança. Ao morrer em 1979, Leonide Massine deixou a propriedade sem herdeiro até que dez anos depois foi comprada por outro dançarino russo Rudolf Nureyev, que morreu de Aids após cinco anos da compra. O sonho dele era alojar uma escola de balé no lugar e o decorou em estilo mouro.

Recentemente, o lugar tornou-se um limbo paradisíaco que entra e sai do mercado. O último preço registrado é de 2011 e custava em torno de U$ 268 milhões. Hoje a ilha está disponível para temporadas ou para ser alugada por uma semana pela bagatela de 130 mil euros.

 

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14:48

Coisas que só o japão faz: pinte com a luz de seus tênis

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Nos anos 1990 chegaram ao Brasil aqueles pares de tênis que quando você pisava acendiam luzes nos calcanhares. Aquilo deve ter deixado muita mamãe louca com os pedidos intermináveis de “quero, pelo amor de Deus, me dá”. Isto aqui é uma versão power dessa porra.

Orphe é um tipo de tênis acompanhado de sensores de movimento que habilitam LEDs a brilharem nos calçados. Lançado por uma firma japonesa de Tóquio, IndieGoGo, o objetivo é usar e incorporar a emissão de luzes como técnica para criar o que você estiver a fim.

Desta vez, as luzes bluetooth não respondem a pisadas. Ela são controlas por aplicativo iOS ou outro programa de computador. É possível programar as cores ou pré-planejar e fazer upload da sequência de luz para os tênis ou mudá-la via app. A velocidade e os movimentos podem também determinar a ordem de pulsão das luzes.

O valor é U$ 540, as cores e os números são limitados. A empresa incentiva os usuários a criarem utilidades para a ferramenta. Veja o vídeo abaixo:

 

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14:35

Realidade PB

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Nascido em 1968 na França, Julien Chatelin é franco-americano e começou a carreira como fotojornalista depois de se formar na Universidade de Nova York.

Primeiro ele investigou problemas sociais no país de origem e depois se focou em acontecimentos e eventos internacionais de relevância social, particularmente em ocorrências do leste europeu que sucederam após o colapso da União Soviética.

Depois expandiu os horizontes para outros territórios ao dar atenção para as nações que lutavam por independência. Esta série inclui trabalhos do Cáucaso. Kosovo, Oeste do Saara, Curdistão e Tibet. Entre 2004 e 2006, Chatelin se voltou para a sociedade israelense. O livro Israel Borderline foi publicado em 2008 como uma monografia de 160 páginas.

Egyptorama veio como uma obra que explorava áreas semi-desertas do país ao criar novas narrativas. Foi o início de uma série chamada Terras Prometidas, que analisa a urbanização e as transformações cíclicas dos ambientes.

Veja as incríveis imagens do artista:

 

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12:30

{Brasil} Pérolas Negras do Vidigal

Pérolas Negras são um talento descoberto nas profundezas periféricas do Vidigal, no Rio de Janeiro.

Através de suas rimas, Mariana Alves, Alice Coelho e Jennifer Loiola contam para as pessoas da comunidade suas próprias histórias. É através da música que as três MCs apresentam o Vidigal para quem mora lá e para o mundo.

As estrelas de 16 e 17 anos nasceram em plena carência social, mas estão conhecendo e contando sua história com a ajuda da internet. Essas garotas representam uma geração de jovens que hoje têm a janela e as portas para o mundo ampliadas através da tecnologia.

As três garotas começaram no mundo da arte através das aulas de teatro e foram inspiradas principalmente pelo workshop de Rap com sua atual produtora Jeckie Brown, ambos tomados no centro teatral da comunidade do Vidigal “Nós no Morro”.

Dirigido pelo carioca Kayhan Ozmen, de 32 anos, o vídeo abaixo sobre Perolas Negras tem muito o que falar.

 

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June 10 2015

18:51

As obras de arte dividem-se em duas categorias: as de que gosto e as de que não gosto

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“Não conheço outro critério”. A frase é de Anton Tchekhov, as imagens de Pierre Schmidt.

 

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16:56

Ei, designer, você não vai querer perder essa.

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O maior evento para estudantes de design do Brasil, o N Design, vai acontecer em São Paulo e você pode ajudar!

O N SP está com uma campanha no Catarse para que todos possam ajudar esse evento lindo a acontecer. Aproveita que estamos no começo do mês ;)

‘Mas eu não sei o que é isso!’ – tudo bem, a gente explicou nesse post aqui ó. 

Confira alguns dos nossos convidados ilustres:

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Elaine Ramos é diretora de arte e coordenadora das publicações de design da editora Cosac Naify, onde já desenvolveu mais de uma centena de projetos de livros. Entre 2009 e 2012 trabalhou com Chico Homem de Melo em uma pesquisa que resultou no livro “Linha do tempo do design gráfico no Brasil”, um panorama de dois séculos da produção nacional composto por mais de 1600 imagens. Em 2013 a designer tornou-se membro da Alliance Grafique Internationale (AGI) e em 2014 fez a co-curadoria da exposição Cidade Gráfica no Itaú Cultural. 

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Designer e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. É sócio da Homem de Melo & Troia Design, um escritório com atuação voltada às áreas da educação e da cultura. É autor dos livros “Linha do tempo do design gráfico no Brasil” (em coautoria com Elaine Ramos) e “O design gráfico brasileiro – Anos 60″.

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Doutorando em Educação na USP e Mestre em Design pela UFPR. Professor no curso de Design da UFPR. Atualmente é membro do projeto “Cinema e Educação: tela, espelho e janela” (USP-Fapesp), colabora como parecerista no periódico PÓS – Revista do PPG Arquitetura e Urbanismo da FAU-USP, coordena o site Filosofia do Design, integra o podcast AntiCast e é colunista fixo da revista abcDesign.

 

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Possui graduação em Ciências Jurídicas pela Universidade de Taubaté (1990), mestrado (1995) e doutorado (2001) em Ciências Sociais pela PUC São Paulo. Atualmente é professor Adjunto III da Universidade Federal de Itajubá. Tem experiência nas áreas de Sociologia e Antropologia, com ênfase às questões do urbano, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, realidade brasileira, violência urbana, violência nos processos de subjetividades e pós-modernidade e lazer. Participa e Coordena o Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento, Tecnologias e Sociedade (UNIFEI).

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Doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ, mestre em Comunicação e Práticas de Consumo pela ESPM-SP e designer gráfico pela UFRJ. Co-autor do livro “Existe design?” e co-coordenador do site Filosofia do Design.

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Caio Esteves é sócio-diretor e fundador da CEB+D – agência de Branding e Design em SP. Trabalha junto ao Design Possível, em projetos de construção de marcas voltadas ao 3º setor. Como palestrante, desde 2005 vem proferindo diferentes palestras sobre Branding, Design e inovação, além de promover e participar de diversos workshops.
Foi Gestor de marca da Ornare, indústria moveleira de alto padrão, responsável pela coordenação de agências e pela implantação do novo posicionamento de marca junto aos públicos interno e externo e lançamento da primeira loja fora do país.

 

Temos edital de modelos!

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Os modelos são as estrelas dos desfiles do N SP e serão alguns dos principais responsáveis pela apresentação dos trabalhos dos estilistas selecionados. O edital de modelo estará aberto até o dia 19 de junho.
Para se inscrever como modelo, basta acessar esse link.

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N SP 2015 
de 19 à 26 de Julho, em São Paulo
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16:04

Você faz bola e eu faço BUM: Escultura de chiclete

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Se sua primeira pergunta é se Maurizio Savini masca todo o material de seu trabalho, a resposta é não. Na verdade o artista tem uma equipe responsável por desembalar e derreter todo o material para que ele possa transformar em algo útil.

O artista diz que mascar um chiclete tem um contexto cultural que poucos enxergam, e que por isso ele o utiliza em suas obras. Ao conectar história da arte, história da indústria e a história mundial, temos o chiclete como um grande símbolo. Depois da segunda guerra mundial ter seu fim, o chiclete se tornou um símbolo de liberdade, assim como a Coca Cola. Símbolos de uma nova era de celebração.

 

 

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{QUERO} A garrafa que cabe no bolso

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90.000 garrafas de plástico são jogados fora a cada minuto. Isto é o que motivou Niki Singlaub a criar a garrafa flexível Hydaway.

O recipiente armazena até 600 ml em seu corpo de silicone e tem pouco mais de 3,2 centímetros de altura quando não está em uso.A Hydaway começou como uma ideia em junho de 2012 e foi lançado em abril de 2015 através do Kickstarter.

 

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Genial.

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Schweinderl